Em quadrinhos, veja trajetória de Dilma, do combate à ditadura ao impeachment

Passagens da atual presidente sempre foram difíceis

Por O Dia

Rio - As passagens de Dilma Vana Rousseff pela política sempre foram difíceis. Tinha apenas 18 anos, quando começou a combater a ditadura militar. Filha de um búlgaro e de uma mineira de quem herdou o nome, Dilma ficou presa dois anos — de 1970 a 1972. Na cadeia, sofreu em seguidas sessões de tortura. Nos anos 80 fundou o PDT no Rio Grande do Sul. Em 2001, entrou no PT.

Mãe de uma única filha, Paula, e avó de dois meninos, Dilma enfrentou um câncer linfático em 2009, quando era ministra do governo do Lula. Àquela altura, o ex-presidente já a havia escolhido para sucedê-lo.

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Considerada pelos colegas como uma política de personalidade forte, mas sem a flexibilidade necessária para enfrentar o jogo político, Dilma venceu a eleição de 2010 ainda sob a onda de Lula, que terminara o governo com alta popularidade.

Seu primeiro mandato foi marcado pelo agravamento da crise econômica e por críticas do próprio PT. Dilma chegou à segunda disputa presidencial bastante fragilizada por problemas econômicos e pelos escândalos da corrupção denunciados pela Operação Lava Jato, instalada em 2014. Pela segunda vez, Dilma montou chapa com Michel Temer, do PMDB, ganhou por pouco, com 51,64% dos votos. O país estava dividido.

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