Por thiago.antunes

Brasília - O governo federal tem memória curta — ou banco de dados apagado propositalmente. O novo presidente da Dataprev, Luiz Francisco Monteiro de Barros Neto, nomeado há três semanas numa canetada no Ministério da Fazenda, foi citado na CPI dos Bingos em 2006.

Ele é suspeito de fraude em licitações, prevaricação e improbidade nos contratos da Caixa com a famigerada Gtech, quando foi vice-presidente da Caixa.

Dada a largada

O presidente Temer deu o pontapé para seu programa de privatizações no setor de energia. O Decreto 8.893 autoriza o BNDES a contratar consultorias para a licitação.

Abriu a carteira

O empresário Mariano Ferraz, solto ontem sob fiança de R$ 3 milhões do juiz Moro, deve ter pagado sorrindo. Só a mochila de couro que carregava vale uns R$ 5 mil.

Brasil evitado

Veja como o Brasil está no fim da lista dos investidores. Bolívia e Paraguai têm ganhado filiais de multinacionais com aportes bilionários e geração de empregos. A espanhola Repsol vai investir em La Paz, e a italiana Colacem terá fábrica de cimento em Concepción.

Impacto zero

Do jornalista especialista em coberturas internacionais Marcelo Rech, sobre por que o Brasil não ganha com a eleição, terça, nos EUA: “Será pelos possíveis retrocessos. Tanto Hilary como Trump estão muito longe de representar os anseios da comunidade internacional”.

2013 assombra

O Planalto acompanha com lupa e certa apreensão as ocupações nas escolas públicas. O temor de Temer é que o movimento cresça e tome as ruas em protestos semelhantes aos de julho de 2013.

Pacotinho

O governo estuda apresentar um “pacote de bondades” com foco em educação no fim do mês.

Ausência notória

O governo não enviou representante para as três audiências no Senado para discutir a PEC do Teto. A ausência foi estratégica.

Coluna de Leandro Mazzini

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