Coluna Esplanada: Governabilidade derruba o Brasil na economia

Números da pobreza relativa e absoluta nos últimos dois anos sofreram estagnação

Por O Dia

Brasília - O Brasil está na 55ª posição com a melhor qualidade econômica do mundo no ranking geral elaborado pelo instituto Legatum.

O que derrubou a posição brasileira entre mais de 100 países analisados, foi a estagnação dos números de pobreza relativa e absoluta nos últimos dois anos, depois que houve uma melhoria considerável no período de 2007 a 2015.

Pesaram também questões como a governabilidade e qualidade econômica. A lista é encabeçada pela Nova Zelândia, seguido de Holanda e Suécia. Se cabe algum consolo, os Estados Unidos não aparecem entre os dez melhores.

Corte

Da série eles já sabiam. Um mês antes do massacre do Compaj, em Manaus, a Corte Interamericana de Direitos Humanos já tinha manifestado observações.

Nordeste

No comunicado, a entidade expressou “sua preocupação com os atos de violência ocorridos em dois centros de detenção para adolescentes em Pernambuco, Brasil”.

Advertência

A CIDH recomendou ao governo brasileiro para redobrar seus esforços para “prevenir a vinculação dos adolescentes a atividades criminosas, mediante um modelo de justiça restaurativa e medidas socioeducativas”.

Reverso da moeda

O ex-governador Renato Casagrande garante à Coluna, que Espírito Santo teve o maior índice de presos no trabalho, ofertadas 6 mil vagas de qualificação e ficou em segundo com o maior número de presos estudando. O estado capixaba foi o primeiro a experimentar o drama do crime organizado.

No ar

A Nova/SB, agência que bolou a campanha “Gente boa também mata”, avisa que a campanha não saiu do ar. O que aconteceu foi a antecipação da segunda fase do projeto.

Validade

O deputado Rogério Rosso (PSD-DF) disse que não troca sua candidatura à presidência da Câmara por outro cargo ou mimos do governo. Ele tem prazo para viabilizar a candidatura.

Começo de semana

Na segunda-feira o deputado Danilo Forte (CE) e a bancada do PSB decidem sobre a presidência da Câmara. A decisão sobre a liderança fica para o dia 30.

Escuderia

Assis Filho, o novo secretário nacional da Juventude, faz questão de mencionar os padrinhos políticos do PMDB: senadores Romero Jucá (RR) e João Alberto (MA) e o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha.

Substituto

O ex-vereador de Pio XII assume o cargo vago com a demissão de Bruno Júlio na próxima semana. Contra ele já pesam denúncias de enriquecimento ilícito e violação de princípios administrativos.

Mais competência

O Setor produtivo olha com desconfiança o desempenho do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Consideram o bispo da Igreja Universal, Marcos Pereira, muito fraco. Empresários em São Paulo dizem que tem saudades de ex-ministros, como Luiz Furlan.

Só críticas

Antenados com a classe produtiva, os antigos ocupantes demonstravam pelo menos alguma intimidade com o cargo. Nem mesmo os resultados da balança comercial tem despertado elogios. Os mais pessimistas até comentam o conteúdo do sítio eletrônico da pasta, que anda muito devagar.

Caminho certo

Pode ser proselitismo de início de mandato, mas a atitude de três vereadores de Blumenau (SC) é um exemplo. Vão usar apenas 30% da verba de gabinete e irão de ônibus para a câmara municipal.

Ponto Final

Geddel Vieira Lima, o ex-ministro que caiu por conta de um arranha-céu em Salvador e agora enrolado em investigações da Polícia federal, sumiu das redes sociais.

Coluna de Leandro Mazzini

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