Presidente do PDT confirma Ciro Gomes como candidato ao Planalto

Carlos Lupi divulgou vídeo nas redes sociais convocando militantes. Partido já tem 17 candidatos nos estados, segundo o ex-ministro

Por O Dia

Rio - O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, divulgou um vídeo nas redes sociais para reiterar que Ciro Gomes é o candidato natural do partido a presidente da República em 2018. Além disso, o dirigente da sigla afirmou que a sigla já tem candidatos a governador em 17 estados e chamou os militantes a discutirem uma nova forma de fazer política para recuperar a credibilidade com a sociedade.

Ciro Gomes (PDT-CE) deverá ser candidato à presidência pelo partido em 2018Agência Brasil

"Nós já temos um candidato abstente com nome e sobrenome: Ciro Gomes. Em 17 estados da federação já temos candidato a governador e estamos trabalhando para chegar ao máximo até a eleição de 2018", disse Lupi. O vídeo foi divulgado pelo partido na internet. O presidente do PDT destacou que a prioridade da legenda é discutir ideias e eleger a educação como prioridade para um projeto partidário.

Sem fazer referência direta ao presidente Michel Temer (PMDB), Lupi afirmou que o País enfrenta um "momento muito difícil" com "casos graves de investigação na Polícia Federal e no Ministério Público". O presidente da sigla afirmou que o partido precisa se afastar da imagem negativa ligada à corrupção e apresentar-se como alternativa no próximo ano.

Lupi afirmou que é preciso mudar o ciclo político, que, segundo ele, está se transformando em um "topa tudo por dinheiro". "Ou nós começamos a compreender, como instituição partidária que tem história e causa, que precisamos defender teses, assumir teses fortes para recuperar a credibilidade com a sociedade, ou vamos ficar igual aos 34, 35 partidos que existem no Brasil, onde qualquer método vale para alcançar o poder", declarou.

Para 2018, o presidente do PDT afirmou que é importante "fazer uma campanha limpa" e não se comprometer com "estrutura financeira nenhuma e trabalhar com ideias". Ele disse que o dinheiro deve ser "secundário" no pleito eleitoral.

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