Supremo mantém com Moro delação da Odebrecht que incrimina Gim Argello

Na Operação Lava Jato, o ex-senador foi condenado a 19 anos de prisão por crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e obstrução das investigações

Por O Dia

Brasília - A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira manter a decisão de enviar ao juiz federal Sérgio Moro a parte das delações da empreiteira Odebrecht que cita o ex-senador Gim Argello (PTB-DF). Por unanimidade, a colegiado negou o pedido feito pela defesa do parlamentar para que o caso seja julgado pela Justiça Federal em Brasília.

Na Operação Lava Jato, Argello foi condenado, pelo juiz Sérgio Moro a 19 anos de prisão pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e por obstrução das investigações. De acordo com a acusação do Ministério Público Federal (MPF), Argello recebeu propina para deixar de convocar empreiteiros para depor na então Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPI) da Petrobras, em 2014. Na época, ele era o vice-presidente da comissão.

Argello está preso desde de abril do ano passado em um presídio na região metropolitana de Curitiba.

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