Por bruno.dutra

Rio - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, parabenizou à presidenta Dilma Rousseff pela reeleição ao cargo e disse que, nos próximos dias, dará passos para aumentar a colaboração bilateral.

Em comunicado, o porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest, indicou que o Brasil é um parceiro importante para os Estados Unidos e adiantou que Obama vai telefonar para Dilma nos próximos dias para felicitá-la pessoalmente e conversar sobre o aumento da colaboração entre os dois países.

Líderes políticos da América Latina saudaram também saudaram a conquista de um segundo mandato pela presidenta Dilma Rousseff. Por meio das redes sociais, mandatários da América do Sul e da América Central felicitaram a candidata petista. “Grande vitória de inclusão social e da integração regional”, escreveu a presidenta da Argentina, Cristina Kirchner, em sua conta no Twitter. Já o presidente do Equador, Rafael Correa, destacou: “Maravilhoso triunfo de Dilma no Brasil. Nosso gigante segue com o Partido dos Trabalhadores. Parabéns, Dilma, Lula, Brasil”.

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, ressaltou: “Vitória de Dilma no Brasil! Vitória do povo. Vitória de Lula e seu legado. Vitória dos povos da América Latina e do Caribe”. Já o líder de El Salvador, Salvador Sánchez, escreveu: “Dia de festa no Brasil e na América Latina. Nossos povos decidiram seguir construindo seu bem-estar e felicidade”.

O mandatário uruguaio, Tabaré Vásquez, que também disputa eleições em seu país, destacou: “Chegam boas notícias do Brasil, companheiros! Vitória de Dilma”. O governador da província argentina de Entre Rios, Sergio Urribari, escreveu: “Muita alegria pelo triunfo de Dilma. Parabéns a ela, a Lula, ao PT e a todo o Brasil por seguir avançando”.

A embaixadora argentina na Organização dos Estados Americanos, Nilda Garré, considerou a vitória de Dilma “uma notícia muito boa para a continuidade do esforço popular latino-americano”.

CNI

A Confederação Nacional da Indústria também se manifestou sobre a reeleição de Dilma Rousseff. Segundo o presidente da entidade, Robson Braga de Andrade, as eleições deste ano reforçam os avanços institucionais e consolidam a democracia no Brasil.

 "A indústria brasileira manifesta a confiança de que o diálogo entre o setor público e a iniciativa privada não só continuará, mas será aprofundado, em favor da adoção das medidas necessárias para a melhora da competitividade, o estímulo ao crescimento consistente da economia e a manutenção dos avanços sociais", diz.

Na avaliação da CNI, nos próximos quatro anos, o Brasil precisa enfrentar alguns desafios para ganhar produtividade e retomar o crescimento da economia. O primeiro passo é estabelecer uma agenda clara, com objetivos, metas e sistema de gestão definidos. Entre as prioridades dessa agenda devem estar a reforma tributária, a modernização das leis do trabalho e o aumento dos investimentos em infraestrutura. A indústria defende uma reforma tributária que simplifique o sistema de arrecadação de impostos, acabe com a cobrança dos tributos em cascata desonere os investimentos e as exportações.

*Com agências

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