Por daniela.lima

Rio - Depois de edições lotadas — em alguns momentos, até tumultuadas —, a Feira Internacional de Arte Contemporânea do Rio (ArtRio) chega hoje à terceira edição, no Píer Mauá. Até domingo, cinco armazéns na Zona Portuária serão ocupados por obras de mais de 100 galeristas do mundo, com trabalhos de Picasso, Di Cavalcanti e Beatriz Milhazes, entre outros, à venda. Uma exposição ainda traz trabalhos de Andy Warhol que não serão negociados. 

Visitantes no espaço da galeria Zipper no ArtRio, que abre hoje no PíerJoão Laet / Agência O Dia


“Quando pensamos em idealizar o ArtRio, era evidente que queríamos uma feira de excelência. Mas tínhamos também o desejo em estimular o interesse pela arte, levando o segmento para uma pauta mais abrangente”, explicou um dos organizadores, Luiz Calainho.

Obras monumentais desenvolvidas especialmente para a feira estarão reunidas no Anexo 4 do Píer, como parte do programa ‘Lupa’, novidade desta edição. Neste ano, a organização não divulgou os preços dos trabalhos. Na última edição, foram movimentados R$ 150 milhões no espaço. O objeto mais caro, um quadro de Pablo Picasso, chegou a ser avaliado em R$ 30 milhões.

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