Jorge Fernando apresenta peças no Norte Shopping

As comédias ‘Boom’ e ‘Salve Jorge’ estreiam no início de janeiro no Teatro Miguel Falabella

Por O Dia

Rio - Um é pouco, dois é perfeito. Esse é o lema de Jorge Fernando para 2014. Na primeira semana janeiro, o ator e diretor estreia duas de suas peças no Teatro Miguel Falabella, no Norte Shopping: ‘Salve Jorge’, no dia 3, e ‘Boom’, no dia 5. A maratona de espetáculos, porém, não tira o sono do ator.

“O problema não é o corpo, o problema é a cabeça. Quando apresento mais de uma peça no mesmo período, tenho uns surtos. Uma vez, entrei no palco contando a história que era de uma outra peça, mas resolvi assumir. Tem que estar sempre concentrado. Fisicamente, ainda estou em forma”, diverte-se.

Jorge Fernando conta histórias sobre morte e espíritos em ‘Boom’Divulgação

No monólogo ‘Boom’ ou no espetáculo em que divide o palco com os atores Marcelo Barros e Maria Carol, a intenção de Jorge Fernando é a mesma: fazer rir. “As duas montagens falam de como melhorar o nosso cotidiano, apesar da comédia e das baixarias que falo. Mostro que cada dia tem que ser prazeroso. Por muito pouco, as pessoas dão ataque. O humor é necessário na vida das pessoas. Em uma peça, tudo que falo é verdade, e, na outra, é tudo mentira, tirando essa coisa do lado espiritual, presente em ambas”, justifica.

“Não ia fazer ‘Salve Jorge’ para ficar me elogiando, conto as histórias toscas da minha vida. Já ‘Boom’ é uma história louca que fala sobre a morte e outras questões espirituais. Faz sucesso há 14 anos, mas eu sempre coloco algo novo, uma energia diferente. Estou num momento muito feliz da vida. Voltei para o teatro porque o ritmo das gravações na televisão me deu essa tranquilidade”, avalia o ator, que também dirige o programa ‘Divertics’, da Globo.

Nascido e criado no bairro onde fará as apresentações até fevereiro, Jorge Fernando afirma que o público da Zona Norte é caloroso e intenso: “Morei até os 18 anos em Del Castilho, tinha pavor do cemitério de Inhaúma, sonhava pegar um ônibus circular da área e conto tudo isso no palco. Acho que o público de lá vai se identificar também. Além disso, tenho um prazer enorme em fazer peças para as pessoas do subúrbio, que gostam de rir, gostam de sacanagem, não têm frescuras”, elogia.

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