Por daniela.lima
Bia Willcox quer interagir com o público%3A ‘Quero ir para a rua%2C ver o que as pessoas estão pensando ou sentindo’Márcio Mercante / Agência O Dia

Rio - Traição é algo perdoável? Como escolher entre dois grandes amores? O casamento é mesmo uma instituição falida? Para debater esses e outros temas, estreia amanhã, no DIA, a coluna ‘Amores Urbanos’, de Bia Willcox.

“Gosto de falar do amor de forma simples, sem muitos rodeios. E acho que é bacana debater todos os tipos de relacionamentos e as dificuldades de mantê-los saudáveis com todas as tentações existentes hoje em dia, principalmente as digitais”, avalia.

Formada em Direito, Bia teve sua chance de escrever pela primeira vez por acaso. “Eu comecei a escrever há dois anos. Antes disso, eu trabalhava com os textos dos outros, era dona de uma editora. Um dia, um escritor pediu para eu produzir algo para ele. Como o tema era livre, fiquei um pouco perdida. A inspiração veio do encontro com uma amiga. Ela vivia uma relação com um cara mais velho e eu perguntei se ela estava apaixonada. A reposta me surpreendeu. Ela estava feliz, mas não apaixonada. Aí eu percebi que paixão e felicidade não precisam andar de mãos dadas. Acabou que o meu primeiro texto foi sobre isso.”

Resultado: a obra caiu na rede e foi um sucesso. Depois disso, logo apareceram outros convites. “Passei a escrever para o portal ‘SRZD’, do jornalista Sidney Rezende, além de jornais, e há um mês ganhei um espaço na Band News, intitulado ‘Amores Cariocas’.”

Conhecida pelos amigos como a terapeuta do grupo, Bia espera receber do público ajuda e sugestões para seguir com sua nova coluna. “Esse espaço só terá prosseguimento se as pessoas participarem, até porque também teremos um espaço no Dia Online, um blog do ‘Amores Urbanos’. Quero ir para a rua, ver o que as pessoas estão pensando ou sentindo”, diz Bia.

E as novidades não param por aí. Em breve, ‘Amores Urbanos’ também terá sua versão em livro. “Usaremos músicas de estilos variados para escrever crônicas românticas. Acho que o Lulu Santos, por exemplo, pode inspirar uma ótima história”, afirma.

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