Por tabata.uchoa

Rio - ‘Não peguei o ‘s’ dos cariocas nem perrrrrrdi o ‘r’ dos gaúchos, mas às vezes falo ‘tu’ e ‘você’ na mesma frase, aí vão ficando os pronomes todos tortos”, explica a cantora Vanessa Longoni, em um digno “carioquês dos pampas”.

Vanessa Longoni apresenta o CD ‘Canção Para Voar’ em show gratuito hoje%2C na Fnac do Barra ShoppingDivulgação

Ela trocou de Rios: o Grande do Sul pelo nosso de Janeiro. Mas isso já faz cinco anos. Lá, já fez fama, levou o Prêmio Açorianos de Música, abriu o show da legendária cantora folk Joan Baez em Porto Alegre e arrancou elogios da crítica especializada como “o melhor disco de cantora já feito no Rio Grande do Sul”, por seu primeiro lançamento, ‘A Mulher de Oslo’. Hoje, apresenta na Fnac do Barra Shopping, às 19h, as músicas de seu segundo CD, ‘Canção Para Voar’, em pocket-show gratuito.

“Vim para o Rio por causa do trabalho do meu marido, que agora já é ex-marido. Acabei ficando, até por ser interessante tentar a carreira musical aqui. Já morei na Barra da Tijuca, no Leblon, e estou me mudando para Copacabana. Só não aconteceu de perder o sotaque!”, brinca.

Não perdeu o sotaque, mas ganhou amigos. O novo disco traz a participação especial de Danilo Caymmi. “Não somos amigos antigos. Foi sugestão dos irmãos Gastão e Antonio Villeroy, que produziram o CD, que seria interessante ter uma voz grave na música ‘Folia do Divino’. Daí convidaram o Danilo, que topou, com sua generosidade e carinho imensos. Hoje, é até meu amigo de Facebook, me manda mensagens, viramos chapas”, comemora. “Aos poucos, estou formando no Rio uma galera antenada com as minhas ideias musicais”.

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