Nem a diva Marion Cotillard  salva o dramalhão de ‘Era uma Vez em Nova York’

Filme abusa de clichês: de crimes passionais a atos de altruísmo que chega a ser constrangedor

Por O Dia

Rio - ‘Era uma Vez em Nova York’, de James Gray, se filia à linhagem de dramas em que a cidade americana, mais que cenário, é um dos personagens. A diva do cinema francês da vez, Marion Cotillard, encarna a sofrida Ewa, que desembarca com a irmã Magda (Angela Sarafyan), na leva de imigração que se seguiu à Primeira Guerra Mundial, na Terra Prometida que era Nova York. 

Marion Cotillard é uma polonesa que foge da guerra e chega a NY Divulgação


Separada da irmã e rejeitada pelos tios por sua conduta nada adequada para uma virgem, ela encontra amparo nos braços do cafetão Bruno (Joaquin Phoenix), que, claro, se apaixona por ela, enquanto explora seus dotes sexuais. Lá pelas tantas, o mágico Emil (Jeremy Renner) vai disputar o coração da bela.

O trio de atores, talentosíssimo, faz das tripas coração para dar dignidade à trama, que abusa de clichês do dramalhão: de crimes passionais a atos de altruísmo. Constrangedor.

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