Dinossauros estão de volta em ‘Jurassic World’

Sem grandes inovações, sequência de ‘Jurassic Park’ traz elementos do filme original. Cotação: ** Bom

Por O Dia

Rio - Vinte e dois anos depois, dinossauros voltam a caminhar sobre o terreno da Ilha Nublar, na Costa Rica. Cortesia do senhor Steven Spielberg, que ainda acredita nas potencialidades dos velociraptors e tiranossauros. 

Chris Pratt e Bryce Dallas Howard formam casal de química medianaDivulgação


Nada de muito inovador, mas também nada que decepcione. A nova franquia de ‘Jurassic Park’ retoma a receita e os elementos presentes nos três filmes anteriores — sobretudo nos dois primeiros, dirigidos pelo próprio Spielberg. O terceiro, de 2001 e assinado por Joe Johnston, merece pouca ou nenhuma menção.

Em ‘Jurassic World’ encontramos, mais uma vez, a aplicação de doses substanciais de aventura, ação, efeitos especiais impressionantes e pitadas de humor para aliviar os pontos de tensão do roteiro. Sobre esses aspectos, tudo funciona a contento.

Na trama, o parque temático apresentado no primeiro filme já funciona há mais de dez anos. No entanto, o número de visitantes diminui a cada ano. Diante disso, os responsáveis pelo local decidem criar uma nova atração — criatura que mistura características de dinossauros variados e que, ao contrário dos outros, demonstra sinais de inteligência refinada. O resultado da experiência, como se pode esperar, fugirá ao controle.

Em ascensão desde o sucesso de ‘Guardiões da Galáxia’, Chris Pratt assume o papel de protagonista ao lado de Bryce Dallas Howard. A química entre os dois funciona só até certo ponto.

O filme, que ainda encontra espaço para uma superficial reflexão acerca da responsabilidade sobre manipulação genética e a importância de laços familiares, é eficiente no quesito diversão. Ao fim da exibição, entretanto, é inevitável experimentar um certo sabor de ‘mais do mesmo’

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