Eduardo Costa jura que sossegou após aventuras sexuais

'Se passar uma mulher bonita, eu vou olhar, e não pegar', diz; Sertanejo lança CD 'Vivendo e Aprendendo'

Por O Dia

Eduardo Costa%3A ‘Cara%2C eu acho que eu sou viciado em sexo%2C tenho aquela mesma doença do ator Michael Douglas. Sou um cara doente’ Divulgação

Rio - Carros velozes (são três, uma BMW, um Jaguar e uma Ferrari), turnês com avião particular (um Cessna CJ2, com preço estimado em quase R$ 10 milhões) e mulheres a rodo, em todos os lugares pelos quais a caravana passa. Poderia ser a agenda dos Rolling Stones nos anos 70, mas é o dia a dia do sertanejo Eduardo Costa. Ou era, visto que o cantor — que lança disco novo, sintomaticamente chamado ‘Vivendo e Aprendendo’, e já puxado pelo hit ‘Sapequinha’ — se diz atualmente sossegado com a mulher, a empresária Ana Paula Diniz.

“Tô namorando, tem que respeitar, né? Gosto de ficar sossegado. Mas claro que não vou ser hipócrita. Se passar uma mulher bonita, eu vou olhar, só não vou pegar”, diz o cantor. OK, mas mesmo na tranquilidade, Eduardo se diz ‘arame farpado’ dos bons. “Cara, eu acho que eu sou viciado em sexo, tenho aquela mesma doença do ator Michael Douglas. Sou um cara doente. Não sei se tenho que fazer um exame para ver isso, porque tenho mesmo esse problema. Tenho que me masturbar duas vezes por dia. Já peguei até umas atrizes pornôs, acho que mais de dez. Lembro que eram umas três gringas, até peguei algumas delas juntas. Mas só gosto de mulher, viu?”, avisa o sertanejo.

Nada mau para um cara que, ao lado do amigo Leonardo, que ele considera irmão, lançou no ano passado o DVD ‘Cabaré’, gravado ao vivo e cheio de modas românticas. “Eu já morei num cabaré, sabia? Foi numa cidade chamada Juatuba, na região metropolitana de Belo Horizonte. Eu cantava no cabaré e tinha a opção de alugar um quarto, ou pagar aluguel em algum lugar. Acabei morando lá mesmo”, relembra Eduardo, que nasceu na cidadezinha mineira de Abre Campo. Pegou geral, então? “Nada, rapaz, eu pegava bem pouco. Não era famoso, não tinha dinheiro...”

O som do amigo Leonardo, grande influência do trabalho de Eduardo, lembra muito as músicas de ‘Vivendo e Aprendendo’. Canções como ‘Sapequinha’, ‘Pronto, Falei’, ‘Me Matou Morreu’ e a faixa-título têm o mesmo estilo romântico e latino dos sucessos sertanejos dos anos 90.

“Ouço muito Luis Miguel, Julio Iglesias. O disco é bem puxado para isso. Também adoro Gipsy Kings. E as pessoas estão sentindo falta dessa coisa mais romântica. Cantar essas coisas mais agitadas é fácil, não exige talento”, acusa Eduardo, passando longe do chamado “sertanejo universitário”. “Sou amigo do Michel Teló. Ele e o Luan Santana são responsáveis pelo novo sucesso do sertanejo. Mas se eu falar que fico ouvindo esse tipo de som, vou estar mentindo.”

A pergunta inevitável é como essa coisa de “viver e aprender” tem batido em Eduardo. “Aprendi a ser mais simples e que o que vale é ser gente boa, viver na verdade, não levar uma vida de mentiras. Não é o seu dinheiro que vale, nem as vaidades”, conta o cantor, cujo namoro com a apresentadora Helen Ganzarolli teria terminado por suas supostas puladas de cerca. “Na época, me arrependi muito desse namoro ter terminado. Ainda mais como foi, com aquelas fofocas que aconteceram... Mas hoje somos amigos. A gente se encontra muito nos programas de TV”.

O cantor é “muito amigo” da assistente de palco do ‘Domingo Show’ (Record), Nuelle Alves, e já foi fotografado ao lado dela em lugares públicos. “Mas ela é só amiga. Minha mulher inclusive sabe que, em todos os lugares onde eu vou, tem sempre muita mulher e muita gente tirando fotos”, conta.

Com shows em todo o Brasil, Eduardo se vira como pode para se cuidar. “Procuro dormir direito. É o melhor cuidado para a voz”, diz.

Amizade com Leonardo vai além do trabalho 

Eduardo e Leonardo em ‘Cabaré’Divulgação

Lançado ano passado, o DVD de Eduardo Costa e Leonardo, ‘Cabaré’, levou para o palco o repertório sertanejo cantado em zonas de prostituição. E é o símbolo de uma amizade que vai muito além do trabalho em dupla.

“Viramos amigos, parceiros, sócios e irmãos. O Leonardo até chorou muito na gravação do ‘Cabaré’ porque se lembrou do Leandro (1961-1998)”, conta Eduardo, que é sócio de Leonardo na empresa Talismã Music.

Mesmo ocupados com seus trabalhos solos, os dois ainda têm atendido pedidos de shows da turnê de ‘Cabaré’. “Leonardo tem uma importância muito grande na minha vida e na minha carreira. Quando estourei, eu estava no escritório dele, e ficamos amigos nessa época.”

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