'A Bruxa' promete ser um dos filmes mais assustadores dos últimos tempos

Longa de baixo orçamento estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta. Confira galeria com outros sucessos do terror

Por O Dia

Rio - Muita gente acha que um orçamento enorme é a fórmula do sucesso no cinema, mas quando se trata de filmes de terror, o dinheiro não quer dizer muita coisa. 

Nesta quinta-feira, chega ao Brasil mais um exemplo disso: o longa "A Bruxa". Com um orçamento de - apenas - R$ 13 milhões, o filme já é considerado o mais assustador dos últimos anos e rendeu uma bilheteria de R$ 66 milhões só nas primeiras duas semanas de exibição nos Estados Unidos.

Produzido pela brasileira RT Features, "A Bruxa" acompanha uma família de colonos ingleses se estabelecendo na Nova Inglaterra, nos EUA, no século XVII.

GALERIA: Filmes de terror de baixo orçamento que faturaram muito mais do que os estúdios esperavam

'A Bruxa' estreia no Brasil nesta quinta-feira, 3 de marçoFoto%3A Divulgação

Banidos da plantação onde viviam depois de um julgamento, os puritanos William (Ralph Ineson) e Katherine (Kate Dickie) partem em direção ao interior inóspito da região levando seus filhos e poucos pertences. A clareira às margens de uma floresta, onde se estabelecem, não demora a dar sinais de que há uma força sombria trabalhando no local, especialmente quando a filha mais velha, Thomasin (Anya Taylor-Joy), perde o bebê da família inexplicavelmente. Outros sinais vêm a seguir, envolvendo os gêmeos Mercy (Ellie Grainger) e Jonas (Lucas Dawson), além do filho do meio Caleb (Harvey Scrimshaw), determinado a ajudar seus pais durante sua provação.

Com diálogos em inglês arcaico, extraídos parcialmente de documentos de época, pela veracidade de uma era de superstição e fé extrema, o filme explora os limites entre o suspense psicológico e o terror puro, inevitavelmente desavergonhado do que pretende ser. 

Aliás, filmes de terror de baixo orçamento são bem assustadores – e também têm faturamentos assustadores. "Atividade Paranormal", por exemplo, precisou de R$ 58 mil para sair do papel, enquanto a bilheteria rendeu R$ 751 milhões.


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