Mahmundi abraça o 'pop refrescante' no primeiro álbum

Cantora (cujo nome artístico é um trocadilho com 'mundo de Marcela') foi da igreja evangélica, mas diz não ter chegado a investir no gospel

Por O Dia

Mahmundi já foi comparada a Marina Lima. À dir.%2C capa do primeiro CDDivulgação

Rio - Ed Motta, quando ouviu Mahmundi, ficou fã. No Facebook, o cantor disse que se emocionara com ‘Eterno Verão’, uma das músicas de ‘Mahmundi’, primeiro álbum da cantora carioca, que sai pelo selo Skol Music. O som de canções como ‘Desaguar’, ‘Azul’ e ‘Calor do Amor’ já rendeu comparações com nomes como Marina Lima. Grande ouvinte de rádios de perfil adulto desde bem pequena, Mahmundi (ou Marcela Vale, seu nome verdadeiro), 29 anos, diz que a cantora de ‘Uma Noite e Meia’ foi um descoberta recente.

“Fui ouvir Marina com atenção quando me disseram que eu parecia com ela. Acho que falavam da semelhança pela voz, por ser uma mulher tocando guitarra. E na época eu estava ouvindo muito esse tipo de som mais refrescante”, diz a cantora, fã de nomes como Phil Collins e o grupo japonês de música eletrônica Yellow Magic Orchestra. “Quis compor músicas para quem gosta de ouvir rádio, para o dia a dia”.

Mahmundi (cujo nome artístico é um trocadilho com “mundo de Marcela”) foi da igreja evangélica, mas diz não ter chegado a investir no gospel. “Toquei na Igreja porque lá tinha equipamento. Nessa época, tive só uma banda que não deu certo”, recorda. Trabalhou por seis anos como técnica de som no Circo Voador e na Fundição Progresso. Com a experiência, foi montando um estúdio caseiro em Marechal Hermes, onde morava. O material do estúdio está encaixotado e seguiu com ela para São Paulo, onde vive hoje. “Precisava entender outro tipo de cidade para fazer outros tipos de canção. Achei até uma rua com árvores, lembra o Jardim Botânico”, brinca.

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