Por karilayn.areias

Rio - Quarenta e oito horas de samba por toda a cidade, em dez rodas, duas quadras, 40 bares e várias opções com muitos bambas. O ‘Batuque da Boa’ acontece sábado e domingo comemorando os 100 anos do samba com um roteiro cultural que inclui tour guiada pela cidade, bate-papo sobre o estilo musical e até exposição de capas históricas de LPs feitas pelo artista gráfico Elifas Andreato.

O festival começa sábado, às 13h, com uma feijoada na quadra da Mangueira, partindo em seguida para eventos como workshop de gafieira na Estudantina (das 14h às 19h), tour do samba nos dois dias (às 15h e 16h30, saindo do Theatro Municipal no sábado e do Museu de Arte do Rio no domingo) e a tradicional Feira das Yabás (domingo, das 13h às 19h).

Já os shows misturam grandes rodas da cidade a nomes conhecidos. Entre as combinações estão Leandro Sapucahy com Samba do Chapéu (no Renascença, sábado, às 15h), a turma do Cacique de Ramos com Thiago Martins e Nei Lopes (na quadra do bloco, sábado, às 17h), Moacyr Luz e o Samba do Trabalhador com João Bosco (domingo, às 18h, no Samba Luzia). 

Pretinho da Serrinha toca na Pedra do Sal com os músicos que fazem uma roda semanal lá, domingo, às 15h. “Escolhi o local por não ter ido lá, e é um lugar importante na história do samba. Esse evento é uma conquista”, diz.

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