Lili Rodriguez: Casamento de europeu

Em belíssima cerimônia em Paris, no sábado, Marie Mercier disse ‘sim’ a James Farha diante de 150 convidados

Por O Dia

Rio - Em belíssima cerimônia em Paris, no sábado, Marie Mercier disse ‘sim’ a James Farha diante de 150 convidados, na Basílica de Sainte-Clotilde. A celebração do matrimônio foi pela manhã. À noite, foi a vez de um jantar ‘black tie’ no Ópera Garnier. O decór foi pensado pela noiva, que é artista plástica, e executado pelo cenógrafo do Ópera. Um mix de ritmos e performances embalou a noite, com cantores líricos, acrobatas, bailarinos e até batuque do Olodu.

O príncipe Harry, um dos convidados, não compareceu com receio do assédio da imprensa por seu romance com a atriz Meghan Markle. O príncipe Christiano de Hanôver esteve lá para desejar felicidades. 

Mulheres no poder...

Célia Domingues, presidente da Amebras, contará a experiência de 18 anos na área da economia criativa acumulada pela Associação das Mulheres Empreendedoras do Brasil. O encontro será hoje no evento ‘Liderança Empreendedora Feminina 2016’, no Espaço Lajedo, em Vargem Grande. Mulheres de diferentes profissões e áreas de atuação debaterão temas atuais que influenciam no universo feminino. 

Cotidiano

Elisa Lucinda comemora 30 anos de carreira com todo o gás. Acaba de estrear a peça ‘A Paixão segundo Adélia Prado’, no teatro Laura Alvim, após reforma, e lançará o livro de poemas ‘Vozes Guardadas’. A propósito, participará do Salão Carioca de Leitura (LER), no Pier Mauá, de 24 a 27 de novembro, para falar da importância do livro.

LILI: Como será sua participação na LER?

ELISA LUCINDA:Falarei sobre diversidade e a cultura do livro, que é algo tão importante na vida do ser humano. O livro equivale a uma espécie de mestre particular.

Sobre o novo livro de poemas, qual trecho você destacaria?
“É noite. Ainda bem que os versos são claros. Me ancoram, me salvam, me beijam na boca o beijo longo da salvação, me devolvem o ar, a vida, a trilha. O poema é para mim terra firme, como é para o náufrago a ilha”.

Estamos na semana da Consciência Negra. Já passou por algum preconceito?

O mais violento foi quando meu filho, com quatro anos, estava numa festa e veio chorando. Ele me disse que se tivesse um cabelo liso teria mais amigos. É algo pesado, real e muito grave.

Como é comemorar 30 anos de carreira com a peça com poesias de Adélia Prado?
la é a maior poeta brasileira viva. É o trabalho mais profundo da minha carreira teatral até hoje.

Uma curiosidade sobre a peça?
Uma coisa bacana foi minha caminhada para chegar ao sotaque mineiro da Adélia. Eu fui achando no meu ‘capixabês’ uma alma mineira. E isso está dando tão certo que as pessoas estão achando que eu sou mineira (risos). Eu quero que todo mundo conheça a Adélia Prado mais a fundo. O Brasil lê pouco, mas eu leio pelo Brasil.

Um sonho?
O que mais quero é que o Brasil compreenda que precisamos de mais escolas que presídios.

Um beijo?
Para o nosso Zumbi contemporâneo, Antonio Pitanga.

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