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'A Lei do Amor' quebra paradigmas sobre relacionamentos

Na trama, ex-prostituta assume namoro com médico

Por bianca.lobianco

Rio - Não é apenas o núcleo que envolve os políticos da novela ‘A Lei do Amor’ que faz a trama das 21h ficar tão parecida com a realidade. Embora o nome do folhetim carregue a palavra “lei”, a história mostra que no “amor” não existem regras. E Jéssica (Marcella Rica) e Bruno (Armando Babaioff) são prova disso.

Na trama%2C o médico Bruno (Armando Babaioff) e Jéssica (Marcella Rica) assumem o namoroDivulgação

Na trama, a filha de Salete (Cláudia Raia) já sofreu bastante como prostituta. Há poucos capítulos, inclusive, levou uma surra de Tião (José Mayer). A válvula de escape para os problemas da moça foi encontrada em Bruno, médico que também lida com traumas de infância. “Eles se completam. O Bruno é carente. Tudo que ele tem é fruto de presentes da Magnólia (Vera Holtz), que é uma mulher ruim, mas ele nem tem essa noção”, diz o intérprete do neurologista.

Na vida dos personagens, os encontros viraram rotina e deram lugar à paixão. O casal se declarou, e Jéssica resolveu abandonar a vida que levava para assumir um relacionamento com o protegido de Mág. “O amor transforma e a Jéssica não poderia ter razão ou motivo maior para repensar a vida. Ela encontrou um cara bacana, carinhoso, que luta por ela”, opina Marcella.

A história dos mocinhos é mais comum do que muita gente pensa. “Vi entrevistas da Deborah (Secco) na época de ‘Bruna Surfistinha’ e um vídeo sobre a preparação dela. Lá, pude ouvir alguns depoimentos sobre isso e vi que, de fato, acontece muito”, diz a atriz.

Na vida real, longe das câmeras, Armando diz não se importar com o passado das mulheres com quem se relaciona: “Isso é irrelevante”.

Para as cenas quentes, Marcella garante que se sentiu à vontade. Já Armando teve de se concentrar, por ser muito diferente de seu personagem. “Ele é ciumento, eu não sou nem um pouco”, revela o ator.

O futuro dos personagens está nas mãos dos autores. Mas os atores ficam na torcida. “Acho que ainda tem muita coisa para rolar, mas eu torço pelo casal”, diz ela. “Eu acredito na história”, emenda ele.


Bárbara Saryne, do Diário de S Paulo/Ag. O DIA

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