Museu do Amanhã apresenta nova exposição temporária

Mostra que estreia dia 17 de janeiro apresenta diferentes posições das constelações vistas do Polo Norte em 100 mil anos

Por O Dia

Rio -  O padrão de constelações de hoje é bem diferente dos padrões que nossos ancestrais viram; e será completamente distinto daqui a milhares de anos. Essa transformação, porém, é lenta demais e imperceptível a olho nu. Esse é o tema da nova exposição ‘Milênios Cósmicos: cartas celestes para os próximos 100 mil anos’, que foi inspirada em uma pesquisa sobre cenários futuros, com dados das cartas celestes. A mostra ficará em cartaz de 17 de janeiro a 7 de maio.

Museu do Amanhã recebe a mostra ‘Milênios Cósmicos%3A cartas celestes para os próximos 100 mil anos’Divulgação

Nesta exposição, o Museu do Amanhã e a Tellart apresentam cenários de céus futuros com um toque artístico. Misturando artesanato e tecnologia, um robô desenhou, com cera quente de abelha, dez cartas celestes vistas do Polo Norte nos próximos cem mil anos sobre retalhos de tecido de algodão. Uma experiência híbrida entre o novo e velho, o robótico e o tradicional.

"A exposição vai diretamente ao encontro da proposta central do próprio Museu, que é mostrar os possíveis ‘amanhãs’ do nosso planeta, e que não são estáticos. No caso das constelações, elas se movem o tempo todo, no seu ritmo”, resume Leonardo Menezes, gerente de Exposições do Museu do Amanhã.

Para explicar como o constante movimento do universo afeta as nossas vidas, o Museu do Amanhã receberá o astrônomo e pesquisador Cássio Barbosa no dia 17 de janeiro, às 15h, no Observatório do Amanhã. Na palestra “O Balé das Estrelas”, o astrônomo vai mostrar simulações das posições de algumas das principais constelações vistas do Hemisfério Sul nos próximos cem mil anos, como Órion, lar das 3 Marias que compõem seu Cinturão, Cruzeiro do Sul, Escorpião e Centauro. As inscrições podem ser feitas pelo site e são gratuitas.