Lili Rodriguez: Musa da Tijuca

O Carnaval vai ser agitado para a musa Juliana Alves, rainha de bateria da Unidos da Tijuca. Confira a entrevista que ela concedeu ao O DIA

Por O Dia

Juliana AlvesFaya Neto/ Divulgação

Rio - O Carnaval vai ser agitado para a musa Juliana Alves, rainha de bateria da Unidos da Tijuca. Mas, depois da folia, tem muito mais. A atriz está em três filmes: ‘A Comédia Divina’, do Toni Venturi; ‘Correndo Atrás’, do Jefferson D, e ‘Gostosas, Lindas e Sexies’, de Ernani Nunes. Além da novela ‘Sol Nascente’, na Globo. 

LILI: Fale de sua história na Unidos da Tijuca e do convite para ser rainha.
JULIANA: É basicamente uma história carioca. Desfilei duas vezes pela Unidos da Tijuca sem destaque, pois eu não era conhecida. Para mim, não tem nada mais especial do que defender a escola do meu bairro, a minha comunidade. Quando a escola ficou sem rainha, amigos começaram a me incentivar e a fazer campanha para eu ser a rainha. Em 2012, o convite veio e, em 2013, estreei. Não tinha planos para isso, estava focada na carreira de atriz, mas confesso que foi uma das grandes emoções da minha vida. Foi uma grande realização que eu vivo até hoje intensamente. É realmente uma grande paixão na minha vida!

Novidades para o Carnaval?
O próprio enredo da Unidos da Tijuca, muito especial e inspirador. Um orgulho homenagear ícones que a gente admira muito. O samba-enredo é ‘Música na Alma, Inspiração de Uma Nação’, de Totonho, Fadico, Josemar Manfredini e Dudu. Nosso intérprete é o Tinga.

No dia do desfile, o que faz?
Procuro descansar bastante, meditar... ficar em paz. Como um prato de massa sem muito molho, para me dar aquela explosão, aquela energia que preciso antes de entrar na avenida.

Tem superstição?
Não tenho superstição, não sei se a palavra é essa, mas eu tenho muita fé. Acredito em Deus... Procuro entrar na avenida realmente orando. Eu tenho uma proteção, um patuá, que é físico, que uso no corpo. Rezo bastante, agradeço por aquele momento, a melhor forma de oração é através da gratidão.

Momento marcante no desfile?
A passagem pelo setor 1, onde tem o povão assistindo a escola. É quando a gente para no primeiro recuo, se concentra e começa oficialmente o desfile.

Mico ou saia justa...
Uma vez, minha sandália arrebentou e chovia muito. Tive que seguir descalça pela avenida. Outra vez, me deixaram do lado errado da concentração. E corri alguns quilômetros, com salto altíssimo! (risos)

E no amor, casamento à vista?
No amor está indo tudo muito bem, fluindo naturalmente... Casamento é uma coisa na qual eu penso, mas não estipulei data e não tenho nada planejado no momento.

Um sonho?
Construir minha família e conciliar a atenção e o amor a ela com o sucesso profissional. E continuar trabalhando bastante. Gosto muito do que faço. Gosto muito do meu trabalho. 


Cores orientais...

A folia começa amanhã: Carlos Amolinaro, do Copacabana Palace, dá dicas de produções de última hora.

Fale sobre suas criações e produções...

Produzi peças de teatro, e uma novela da Globo. Na Record, cuidei das jornalistas. Fui jurado de fantasias do Hotel Glória. Deixei de ser empresário quando recebi um convite para o Copacabana Palace.

Momento marcante?

Quando produzi uma peça para nosso saudoso José Wilker.

Dá uma dica de look!

No momento, vivo o baile do Copa, que acontece amanhã. O tema é ‘Geisha’ e exige a linha mais clássica: um rabo de cavalo, uma espuma para auxiliar no volume. Para um bloco mais descontraído, cabelo solto com um arranjo.

Produção da foto...

A maquiagem de Cristiane Limeira. Há varias opções de gueixa, lembrando que o cabelo tem que ser clássico.

Sonho?

Um espaço para orientar novos cabeleireiros. 


A boa gera coisa boa...
A Antarctica lança na quarta de cinzas o bloco Na Lata, no Baixo Gávea, ao som do Cacique de Ramos e os blocos Exagerado e Empolga. Homenagem aos catadores de latas.

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