Lili Rodriguez: Rio que faz bem

Orfanato Romão Duarte teve festa de Páscoa, feita com muito amor e carinho, mesmo com atraso

Por O Dia

Rio -  O orfanato Romão Duarte teve festa de Páscoa, feita com muito amor e carinho, mesmo com atraso. Uma turma animada passou por lá para prestigiar a meninada! Foi uma alegria só... A atriz Aline Dias, que em ‘Malhação’ era órfã de mãe e lutou para para achar o pai, está radiante. Na vida real, vai ser mamãe e não consegue descrever como está feliz com a gravidez. A coluna deseja que “Nossa Senhora do Bom Parto dê a ela uma boa hora”.

Isabella Santoni participou de ação no orfanatoDivulgação

‘Sócia de verdade’

As irmãs Ana Paula e Dandynha Barbosa, netas do saudoso Chacrinha, estreiam parceria profissional. Criaram o Private Shop e o trabalho em família deu certo. “A Dandynha, que é mais nova, tem foco e garra. Ela é sócia de verdade, faz sem precisar mandar”, comentou Ana Paula. O evento é dia 10, às 14h, na Barra, e terá consultoria de moda, workshop com dicas de maquiagem, DJ, coquetel, tudo em homenagem ao Dia das Mães. Sucesso!

Conectando...

Santiago Villalba canta Elvis em ‘Para Sempre Rei’, na Casa Julieta de Serpa. Estreia dia 4.

Yamandu Costa homenageia a América Latina com show produzido com parte das músicas autorais. No Espaço Furnas Cultural, dia 6, às 20h, e dia 7, às 19h. Grátis. Senhas 1 hora antes.

Quinta, o Baixo Gávea recebe o Gávea Bier Truck, feira de gastronomia, cervejas artesanais e música ao vivo. Na Praça Santos Dumont, Gávea. Grátis.

RIO QUE PRODUZ

Rosa Maria AraújoDivulgação

ROSA MARIA ARAÚJO, presidente da Fundação MIS

Todo mundo que passa pela Avenida Atlântica, pela obra do Museu da Imagem e do Som (antiga Help), fica curioso para saber a conclusão da nova sede do museu. Rosa Maria Araújo, presidente do MIS, contou a coluna que as expectativas das obras da sede são boas.

Como andam o trabalho no museu?

Está cada vez mais aprimorado, científico e cultural. Apesar das dificuldades por conta da crise econômica do Estado, isso não inviabiliza o trabalho. Temos muitas dificuldades, mas ninguém abandonou o barco. Ninguém saiu e foi para outro estado. Todos reclamam, mas você sente muito entusiasmo.

Como vocês conseguem digitalizar com essa crise?

Não estamos digitalizando nada nesse momento. O que estamos fazendo é o ‘Depoimento para Posteridade’ uma vez por mês. O custo do depoimento é o nosso trabalho: os pesquisadores, os jornalistas que fazem a pauta, a produção artística e cultural, os diplomas... No último depoimento, do Ricardo Amaral, me desculpei por não ter lanchinho. Sempre teve licitação para fornecimento de lanches. Mas quando passamos a não ter o orçamento liberado, nós começamos a fazer um rateio para comprar bolos, biscoitos, refrigerante para o lanche do depoimento.

E qual a expectativa da retomada da obra do MIS em Copacabana?

A obra está parada há um ano e meio e está para ser retomada. Não é questão financeira, os recursos do BID estão disponíveis. Estamos tentando tirar certidões para fazer a licitação e selecionar uma construtora. Quando retomar a construção, serão seis meses de trabalhos e mais quatro meses para instalar a museografia, que está pronta.

Qual seu sonho?

Ver o MIS inaugurado cheio de crianças, estudantes, turistas, moradores de Copa... Ver esse museu cheio de gente, com mil pessoas por dia.

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