Por luana.benedito

Rio - Dizem que o contato com a terra traz muita alegria... No caso da festa Corona Sunsets, na Marina da Glória, foi isso mesmo que aconteceu. Depois de 15 horas de festa, oficinas e workshops, algumas áreas estavam sem tapete no chão de terra. Ninguém pareceu ligar para a lama. E todos curtiram até o fim. 

Cristiane DiasDivulgação

Conectando

Hoje é a missa de sétimo dia da socióloga Dalva Funaro Gasparian, fundadora da Livraria Argumento, no Leblon. Às 18h, na igreja do Sagrado Coração, na PUC. Dalva era viúva de Fernando Gasparian, ex-deputado federal e presidente do extinto jornal semanário ‘Opinião’.

Hoje, no Espaço Cultural BNDES, rola a expo de fotos de Maurício Hora, ‘Do Morro da Favela à Providência de Canudos’, que faz um paralelo entre a origem do morro carioca e a cidade baiana. 

'A Ponte (aonde ele disse que não posso ir)'

Inspirada pela paisagem do Jardim Botânico — que observa no caminho entre o Jockey e a Pacheco Leão — artista plástica Joana Cesar criou colagens, fotografias e vídeos, que expõe em ‘A Ponte’. Ao lado das obras, escreve uma legenda em código, a ser desvendada pelo visitante. Adolescente, ela fazia mensagens secretas em seu diário. É na Galeria Athena Contemporânea, no Cassino Atlântico, até 17 de junho.

RIO QUE ACONTECE

Edson Cordeiro, cantor

O cantor Edson Cordeiro está de volta ao Rio. Com 30 anos de carreira, vem à nossa cidade com show no Theatro Net Rio, em Copacabana, no dia 31. Atualmente, ele vive na Alemanha. E em conversa com a coluna disse que lançará um CD com inéditas.

Fale um pouco da emoção de cantar no Brasil...

Em todos os lugares que canto é como se fosse a primeira vez! Cantar no Rio de Janeiro, onde comecei minha carreira, é uma emoção ainda maior.

Edson CordeiroDivulgação

Fale também um pouco sobre a nova turnê.

Tenho viajado muito e está um sucesso. O show vai fundo na história do fado mais tradicional. Mas como sou brasileiro, o elemento tropical não poderia faltar. Vou cantar ‘Coração Vagabundo’, do Caetano Veloso, e uma versão muito especial de ‘Americanizada’, do repertório de Carmen Miranda. 

Além da turnê ‘Fado Tropical’, conte outra novidade.

O disco ‘Fado’ ainda tem uma longa vida pela frente, mas estou sempre pensando em novos projetos, como um CD só de inéditas.

E o casamento com o Oliver Bieber, como vai? Fale um pouco sobre essa relação.

São sete anos de amor, amizade e admiração mútua. Nunca brigamos, e olha que tento!

Você enfrenta algum tipo de preconceito?

Como todos os gays! O mundo está cada vez mais perigoso. No Brasil, conquistamos alguns direitos, mas o que tem que mudar imediatamente é a criminalização da homofobia. O Brasil está muito longe de ser um lugar seguro para a diversidade. Sinto que está cada vez pior.

Um beijo e um sonho?

Para minha mãe, Dona Odete. É o que mais sinto falta morando tão longe.Sonho, que as mães nunca morressem!

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