Azul reina nas fantasias das rainhas de bateria

Três das seis rainhas de bateria que desfilaram ontem pelo Grupo Especial do Rio escolheram a cor para imperar na fantasia

Por O Dia

Sabrina Sato no desfile da Vila IsabelJoão Laet / Agência O Dia

Rio - Três das seis rainhas de bateria que desfilaram ontem no Grupo Especial das escolas de samba do Rio usaram azul. E nada de rainhas do baixo clero. A nobreza estava lá. Sabrina Sato, da Vila Isabel, e Juliana Alves, da Unidos da Tijuca, eram os grandes nomes da realeza que exibiam a cor em suas fantasias. Bruna Bruno, titular da União Ilha, fechava a lista. Nos bordados ou nas penas, o azul destacava as peças, que, este ano, estavam democráticas: apareciam em versão grande ou pequena, máxi ou míni, comportada ou ousada, com cava e sem cava.

Na passarela, o ano ainda foi de Sabrina Sato. A japonesa reinou absoluta à frente dos ritmistas da Vila e arrancou muitos aplausos. Seu corpo escultural recheava uma segunda pele bordada em pontos estratégicos, e o azul imperava nas penas do costeiro. O maiô de onça-pintada era supercavado e, por isso, a japa passou o desfile tentando deixá-lo no lugar, mas acabou revelando mais do que devia por diversas vezes.

O que muita gente não sabe é que a musa por pouco não conseguiu desfilar, porque sua fantasia só ficou pronta no último minuto. “Minha roupa chegou agora. Foi um motoboy que trouxe até aqui. Eu estava muito nervosa”, revelou Sabrina, minutos antes de entrar na Sapucaí. Ela não sabia muitos detalhes sobre a roupa, apenas um: o preço. Mas não quis contar. “O valor não importa perto do tamanho da emoção que eu sinto em desfilar pela Vila”, despistou.

Na concentração da Unidos da Tijuca, Juliana Alves contou que apelidou sua fantasia de Vitória. “Não sei o nome, mas decidi chamar assim. Não sei quanto custou e não importa. O que sabemos é que a Vitória tem um preço alto”, sentenciou a morena, que também trazia o azul nas penas do costeiro e nas pedrarias.

Juliana Alves André Mourão / Agência O Dia

A rainha de bateria da União da Ilha, Bruna Bruno, usou uma fantasia inspirada na Mulher Maravilha, indumentária hit no Carnaval de rua carioca deste ano, cheia, é claro, de azul. “O nome é Heroína da Ilha e espero que seja uma força para trazer o título”, declarou Bruna, que não viu qualquer problema em revelar o valor da peça. “A roupa custou R$ 30 mil e tem mais de 300 penas de faisão.”

Bruna Bruno e sua fantasia inspirada na Mulher MaravilhaMaíra Coelho / Agência O Dia

Além das rainhas, musas da noite de ontem também brilhavam com a cor azul. Quitéria Chagas, da Vila Isabel, trazia o tom em suas peças, na saia de penas fininhas. O nome de sua fantasia era Brasil Plural. “É uma peça feita pelo Sandro Carvalho”, contou ela, que não sabia o valor da sua roupa, porque disse ter ganho o traje da Vila Isabel.

Quitéria ChagasAndré Luiz Mello / Agência O Dia


Últimas de Carnaval

Azul reina nas fantasias das rainhas de bateria O Dia - Carnaval

Azul reina nas fantasias das rainhas de bateria

Três das seis rainhas de bateria que desfilaram ontem pelo Grupo Especial do Rio escolheram a cor para imperar na fantasia

Por O Dia

Sabrina Sato no desfile da Vila IsabelJoão Laet / Agência O Dia

Rio - Três das seis rainhas de bateria que desfilaram ontem no Grupo Especial das escolas de samba do Rio usaram azul. E nada de rainhas do baixo clero. A nobreza estava lá. Sabrina Sato, da Vila Isabel, e Juliana Alves, da Unidos da Tijuca, eram os grandes nomes da realeza que exibiam a cor em suas fantasias. Bruna Bruno, titular da União Ilha, fechava a lista. Nos bordados ou nas penas, o azul destacava as peças, que, este ano, estavam democráticas: apareciam em versão grande ou pequena, máxi ou míni, comportada ou ousada, com cava e sem cava.

Na passarela, o ano ainda foi de Sabrina Sato. A japonesa reinou absoluta à frente dos ritmistas da Vila e arrancou muitos aplausos. Seu corpo escultural recheava uma segunda pele bordada em pontos estratégicos, e o azul imperava nas penas do costeiro. O maiô de onça-pintada era supercavado e, por isso, a japa passou o desfile tentando deixá-lo no lugar, mas acabou revelando mais do que devia por diversas vezes.

O que muita gente não sabe é que a musa por pouco não conseguiu desfilar, porque sua fantasia só ficou pronta no último minuto. “Minha roupa chegou agora. Foi um motoboy que trouxe até aqui. Eu estava muito nervosa”, revelou Sabrina, minutos antes de entrar na Sapucaí. Ela não sabia muitos detalhes sobre a roupa, apenas um: o preço. Mas não quis contar. “O valor não importa perto do tamanho da emoção que eu sinto em desfilar pela Vila”, despistou.

Na concentração da Unidos da Tijuca, Juliana Alves contou que apelidou sua fantasia de Vitória. “Não sei o nome, mas decidi chamar assim. Não sei quanto custou e não importa. O que sabemos é que a Vitória tem um preço alto”, sentenciou a morena, que também trazia o azul nas penas do costeiro e nas pedrarias.

Juliana Alves André Mourão / Agência O Dia

A rainha de bateria da União da Ilha, Bruna Bruno, usou uma fantasia inspirada na Mulher Maravilha, indumentária hit no Carnaval de rua carioca deste ano, cheia, é claro, de azul. “O nome é Heroína da Ilha e espero que seja uma força para trazer o título”, declarou Bruna, que não viu qualquer problema em revelar o valor da peça. “A roupa custou R$ 30 mil e tem mais de 300 penas de faisão.”

Bruna Bruno e sua fantasia inspirada na Mulher MaravilhaMaíra Coelho / Agência O Dia

Além das rainhas, musas da noite de ontem também brilhavam com a cor azul. Quitéria Chagas, da Vila Isabel, trazia o tom em suas peças, na saia de penas fininhas. O nome de sua fantasia era Brasil Plural. “É uma peça feita pelo Sandro Carvalho”, contou ela, que não sabia o valor da sua roupa, porque disse ter ganho o traje da Vila Isabel.

Quitéria ChagasAndré Luiz Mello / Agência O Dia


Últimas de Carnaval