Por nicolas.satriano

Rio - A chuva seguiu castigando a segunda escola a entrar na Avenida, na noite deste domingo. Alagamento e falhas no som não prejudicaram, no entanto, a energia dos integrantes da Mangueira. A comissão de frente da Verde e Rosa brilhou. Coreografado por Carlinhos de Jesus, o grupo era composto por 15 bailarinas que representavam as mulheres do Morro da Mangueira. Vestidas de negas-malucas, com bundas de plástico e black power, as dançarinas entravam no barracão e se transformavam nas musas do Carnaval.

Com 18 minutos de desfile, o som da escola chegou a falhar quatro vezes. Inclusive durante a primeira apresentação do casal de mestre-sala e porta-bandeira, Rapahel e Squel.

As baianas também foram um show à parte. Elas vieram todas vestidas de rosa e soltavam essências da flor. O abre-alas também esteve todo com representações de rosas, em homenagem à feminilidade e fertilidade. 

Fantasia das baianas soltava essência de rosasBruno de Lima / Agência O Dia

Susto!

O carro Mulheres da Mangueira, que levava Leci Brandão, Alcione e outras personalidades mangueirenses, deu "trabalho". Cerca de 30 integrantes manobraram a alegoria. A força-tarefa conseguiu pôr o carro na Avenida. 


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