Rio - Segunda escola a desfilar, a União da Ilha levou para a Avenida um enredo em homengaem à Olimpíada do Rio. Com alegorias criativas e bastante coloridas, a agremiação esbarrou na fragilidade do tema ao misturar mitologia grega com elementos da cultura carioca e deixou um pouco a desejar.
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O principal destaque foi a comissão de frente, coreografado por Patrick Carvalho, que trouxe oito cadeirantes entre os integrantes, que faziam malabarismos e acrobacias com as cadeiras de rodas, representando o espírito de inclusão dos Jogos Olímpicos. A comissão arrebatou o público ao usar um tripé, que lembrava a Grécia, de onde subia a pira olímpica, com um efeito de fumaça sensacional.
A beteria do meste Cissa também foi um dos destaques, tendo à frente a rainha Bianca Leão, que, no segundo recuo de bateria, chegou comandar os ritmistas com o apito do mestre. Com um samba-enredo que embalou os componentes, a escola fez um desfile divertido, mas um pouco morno.