Nem crise renal afasta Tatá Werneck do trabalho

Além do frio de Nova York, atriz precisou driblar o desconforto durante as gravações de ‘I Love Paraisópolis’

Por O Dia

Atriz será Danda%2C em 'I Love Paraisópolis'Ag.News

Rio - Workaholic, Tatá Werneck precisou driblar não só o frio de Nova York como uma crise renal durante as gravações de ‘I Love Paraisópolis’, nova trama das 19h que estreia dia 11 de maio, na Globo. Nada grave. Tanto que nem interrompeu o trabalho. “Estava menos 15 graus, com sensação térmica de ‘perdi um dedo’. Teve um dia que eu até expeli uma pedra. Acho que está na meia até hoje (risos). A dor foi horrível, mas no nosso trabalho as pessoas não param, seja no teatro, na TV... A gente estava ali, e a vontade de fazer aquilo acontecer era tão maior — e não estou falando de hipocrisia — que tudo rolou. Fui na emergência um dia só. Ficou tudo bem. Descobri um remédio maravilhoso lá”, conta a atriz.

Da Big Apple direto para a favela de Paraisópolis. Para dar vida a Danda, sua personagem, Tatá visitou a comunidade de São Paulo. “Fomos superbem recebidos. Fiquei bem apaixonada pelo lugar, estamos na maior conexão”, diz ela, que na novela de Alcides Nogueira e Mario Teixeira faz a melhor amiga e irmã de criação de Mari (Bruna Marquezine). “Danda é uma jovem inconsequente, se mete em várias confusões. Mas representa essa alegria de Paraisópolis. Os caras dão em cima porque ela se garante, se acha gostosa mesmo”, descreve.

Boa parte do figurino dela foi comprada no comércio popular da Rua 25 de Março, na capital paulista: “Tem shortinho, sainha... Não entendo nada desses termos ‘inhos’, mas é de uma menina que quer mostrar o corpinho”, brinca. Tatá também deu uma clareada no cabelo e está mais magra: “Estou com 42kg. Quando você entra na Globo, emagrece 10kg imediatamente, porque você vê uma Paolla Oliveira passando e fala: ‘Senhor!’ O cabelo eu amei. Nunca tinha pintado. É verdade que as louras chamam mais atenção.”

Mesmo que Danda tenha um tom cômico, Tatá não teme comparações com Valdirene, de ‘Amor à Vida’. “Todas as minhas personagens têm um quê de loucura, porque não acredito em ninguém que seja chapado. Então eu sempre tenho que trabalhar para que as loucuras sejam diferentes. Não fico com medo de compararem à Valdirene. A Danda tem as doideiras dela, como eu tenho as minhas”, explica a atriz. “Sempre faço personagens extrovertidas, mas eu sou bem tímida, observadora.”

A artista também esclarece que não pediu para trocar de personagem com Bruna Marquezine, como foi noticiado: “Nada disso. Faço teatro desde os meus 9 anos. A vida inteira batalhei muito, passei perrengue. Eu já fiz até mosquito da dengue no ônibus. Nunca ia pedir para trocar de papel. Amo meus personagens com a mesma dedicação.”

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