Mãe por esporte: Fernanda Gentil passa o primeiro Dia das Mães em Orlando

Jornalista, que tem a gravidez acompanhada em reality, vai passar a data comprando o enxoval do filho Gabriel

Por O Dia

Fernanda brinca no trepa-trepa do Parque LageMaíra Coelho / Agência O Dia

Rio - Assim que acabou a Copa do Mundo de 2014, Fernanda Gentil, eleita musa da cobertura, deu início a um dos projetos mais importantes de sua vida: ser mãe. Em dezembro, a apresentadora de esporte da Globo descobriu que estava grávida de Gabriel, seu primeiro filho com o empresário Matheus Braga, com quem está casada há três anos.

Com uma barriguinha de seis meses, comandando o quadro ‘Mamãe Gentil’, uma espécie de reality que acompanha sua gestação no ‘Esporte Espetacular’, ela diz que a gravidez foi planejada para que pudesse voltar a tempo de realizar outro sonho: cobrir a Olimpíada do Rio, em agosto de 2016.

“Foi tudo bem calculado. Fazendo as contas, eu tinha até janeiro deste ano para engravidar. Meu filho nasce em agosto. Até as Olimpíadas, ele vai ter um ano, posso curtir a licença com calma. Tive que esperar um pouco, porque fiquei morando quatro meses em São Paulo, onde apresentei o ‘Globo Esporte’. E fazer filho à distância é mais complicado, né? Parei de tomar a pílula em outubro e comecei a tentar. Achei que fosse demorar mais, mas deu tudo certo”, conta.

Radiante com a chegada do primeiro filho, Fernanda passa o primeiro Dia das Mães com o marido e o afilhado Lucas, de 7 anos, na Disney, em Orlando, onde curte dez dias de folga e aproveita para comprar boa parte do enxoval do bebê. “Como estarei lá, vou às compras, já sei do que vou precisar. O quartinho não está pronto, mas vai ser azul e branquinho, sem muito ‘nhem-nhem-nhem’, porque não gosto. É bem básico, com um berço, uma cômoda e um armário”, revela.

Desde março, ela exibe cada passo da gravidez no ‘Mamãe Gentil’, no ar a cada três domingos, acompanhada de ginecologista, nutricionista, terapeuta e personal trainer. Em nove episódios, o quadro aborda questões relacionadas à gestação, como o controle do peso e da alimentação, e destaca a importância da atividade física.

“Mostramos que a grávida pode e deve fazer exercícios, cuidar da alimentação. O programa presta esse serviço”, explica a loura, que no episódio de hoje mostra os benefícios da corrida e conversa com a atleta Maurren Maggi, mãe de Sofia. “Já fiz alongamento, caminhadas e circuito funcional. Agora é corrida, com intensidade menor do que fazia, controlando a frequência cardíaca. Dá muita disposição”, conta Fernanda.

Com Maurren Maggi%2C em episódio do ‘Mamãe Gentil’%2C que vai ao ar hoje no ‘Esporte Espetacular’Divulgação

Regular a alimentação é o maior desafio para ela, que está pesando 69,6 kg. “Dieta é chato, mas importante. Nunca é brigadeiro à vontade”, brinca ela, que come muita salada, frutas, verduras, pão integral, peixe, frango, semente de girassol. “Não dá o mesmo prazer de comer uma pizza, que eu adoro, mas sei que é para o bem do meu filho. Tenho direito a um dia livre, aí me libero para comer fritura, pizza. Nem sinto mais falta do chopinho, mas do japonês... Esse é um grande sacrifício”, confessa.

Os primeiros meses de gravidez foram tranquilos. “Não tive enjoo nem azia. Trabalhei normalmente”, conta. Mas, no início, o sono foi seu maior inimigo. “Ficava bocejando o tempo todo e batendo cabeça na redação. Agora dá mais uma preguiça de levantar”, completa. No momento, Fernanda admite que os nervos estão à flor da pele: “Estou mais sincera, sem paciência, saio falando coisas e dando umas patadas. Fiquei mais intolerante, porque sempre fui boazinha e educada. Tenho que tomar mais cuidado, porque meu sobrenome carrega essa pressão, preciso ser mais gentil.”

A apresentadora espera que volte ao normal após a gravidez. “Não me curto assim, não.” Enquanto isso, o maridão segura a onda sem reclamar. “Matheus está incrível. Ele nem liga para essas coisas, dou umas patadas e ele fica rindo, o que me irrita mais ainda. Ele é muito companheiro, está curtindo demais, divide as tarefas de casa comigo”, conta. Mas ela admite que é um período difícil para a mulher: “Você se olha no espelho e não se reconhece, o corpo muda. E ele também olha e não vê mais a mulher que tinha antes. Mas Matheus não está nem aí. Para ele, quanto maior o barrigão melhor.”

A maternidade não chega a ser uma grande novidade para Fernanda, que cria o afilhado Lucas desde 1 ano e seis meses, após a morte da mãe, que era sua tia. “Para mim, o que define a relação entre mãe e filho é amor, carinho, cuidado. Isso eu já tenho com o Lucas. Agora, com o Gabriel, a novidade é engravidar e amamentar”, compara ela, que não acha que se sentirá culpada, como muitas mães, quando voltar ao trabalho. “Vou ter saudade, vontade de ficar junto. Mas não tenho essa culpa, sabe? Vou sair para trabalhar por eles, pela família”, diz.


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