Por tabata.uchoa
'Estou solteiro%2C não tenho problemas de ciúmes em casa. Não estou curtindo ainda essa vida%2C porque meu foco é a novela’%2C diz Maurício DestriDivulgação

Rio - Maurício Destri, de 23 anos, tirou a sorte grande. Além de fazer seu primeiro protagonista em novelas, o arquiteto Benjamin, de ‘I Love Paraisópolis’, ele está beijando duas das atrizes mais cobiçadas do momento: Bruna Marquezine e Maria Casadevall, que vivem, respectivamente, Marizete e Margot. “São amigas, parceiras e, acima de tudo, duas profissionais. Beijo é consequência, é fruto do trabalho. Nada mais”, despista o ator catarinense, de Criciúma.

A química com Bruna Marquezine foi tão forte que circularam comentários de que os dois estariam namorando. Mas eles negaram o affair. “Rolou química com as duas atrizes. Não conhecia a Bruna, mas já tinha feito teste junto com a Maria para uma peça. Ficamos 20 dias gravando em Nova York, e isso ajudou a nos entrosar ainda mais”, relata.

Se na ficção é disputado por duas belas mulheres, na vida real Maurício garante que isso ainda não aconteceu. Nem mesmo a paixão avassaladora que o arquiteto sentiu à primeira vista por Marizete.
“Eu nunca tive uma experiência dessas. Minhas paixões sempre foram construídas no dia a dia, de estar junto, conhecer e trocar. Às vezes, tinha uma amiga que virava uma paixão. Mas relação de olhar e se identificar de cara, não aconteceu ainda”, conta.

O romantismo do personagem também está presente nos relacionamentos do ator, só que de outra forma. “Sou um cara romântico no meu tempo, com umas pitadinhas de malícia (risos). Isso não pode faltar. Tem que dar uma salgadinha ali, jogar uma pimentinha aqui...”, brinca.

Maurício foi namorado da cantora e compositora Taís Alvarenga por quase três anos e meio. A separação aconteceu há cerca de quatro meses, e ele se declara solteiro. “Fomos praticamente casados. Mas foi bom enquanto durou. Estou solteiro, não tenho problemas de ciúmes em casa. Não estou curtindo ainda essa vida, porque meu foco é a novela”, explica.

Apontado como galã, o ator faz enorme sucesso com o público feminino. “É um rótulo, que a própria TV inventa. Não me incomodo. Pelo contrário. Mas não me vejo como galã”, diz ele, que admite ser vaidoso sem excessos. “Gosto de cuidar de mim, me respeito muito. Tenho cuidado com a minha pele, passo protetor solar, um gelzinho para limpar... Por enquanto, eu ainda me visto sozinho. Não tenho personal stylist. É uma vaidade no limite”, esclarece.

O peso de ser protagonista pela primeira vez ele garante não sentir. “Estou encarando o Benjamin com muita sabedoria e responsabilidade. É uma oportunidade que não quero desperdiçar”, diz ele, que já atuou em ‘Cordel Encantado’ (2011) e ‘Sangue Bom’ (2013).

Na trama, Benjamin é um arquiteto com preocupações sociais e tem um projeto de reurbanização de Paraisópolis, a favela de São Paulo onde a história é ambientada. “Fui à comunidade e não fiquei receoso. Lá não é como a Rocinha, onde sai tiro para todo lado. As realidades das favelas do Rio e de São Paulo são bem diferentes. Já fui ao Vidigal, onde tenho amigos, é mais fácil porque é pacificada. Mas nunca entrei na Rocinha”, conta.

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