'Eu me acho sensual', diz Dira Paes

Atriz vai aparecer em cenas quentes com Cauã Reymond na minissérie 'Amores Roubados'

Por O Dia

Dira Paes fará cenas quentes em 'Amores Roubados'Divulgação

Rio - Em busca do prazer. Assim vive Celeste, a personagem insaciável e infiel de Dira Paes na nova minissérie da Globo, ‘Amores Roubados’, que estreia dia 6. Ciente de seu poder de sedução, ela cai nos braços do jovem Leandro (Cauã Reymond) e coloca um par de chifres no marido apaixonado, Cavalcanti (Osmar Prado), sem dó.

“Celeste tem um casamento bem-sucedido. Mas ela não acha que está traindo, só não contém seus desejos e vai atrás deles com um homem irresistível. Gosta do perigo e vira refém dele. Nós, humanos, somos feitos disso, de amor e de dor”, define a atriz.

Dira vai aparecer ainda mais atraente e sexy nas cenas quentes com Cauã. “Eu me acho sensual. Sou da filosofia de que, para gostarem de você, você tem que se gostar primeiro. Sou a favor da autoestima elevada.” A arte de seduzir, para ela, está no sorriso e no olhar: “Homem gosta de mulher viva.”

Trair, segundo Dira, é uma questão de escolha e tem que assumir: “Os casais modernos deveriam ter um acordo de cavalheiros. Não dá para viver numa hipocrisia de achar que você está imune a todos os processos da vida. A possibilidade de encontrar alguém mais interessante é muito grande. Só que eu escolhi uma pessoa para amar (ela é casada com o cineasta Pablo Baião)”, explica.

Se perdoaria uma traição? “Eu prefiro não saber, porque aí o sujeito traz outra energia e isso pode prejudicar a relação. Quem consegue lidar bem com isso, tudo certo. O Mr. Catra, por exemplo, consegue. Ele tem um acordo com as mulheres que ama. Existem mil opções para ser feliz. A melhor delas é você não desejar para o outro o que não gostaria que fizessem com você. Para mim, vale o limite do bom senso. Como dizia minha mãe, sua consciência é o seu guia.”

Dira não esconde que já roubou o amor de alguém e que já roubaram o dela. “Aconteceu, mas, na verdade, ninguém rouba nada de ninguém. O que é do homem o bicho não come. E esse tipo de experiência faz a gente crescer, não era para ser, depois vem outro amor”, acredita.


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