Por nara.boechat

Rio - Véspera de Natal. Vamos festejar e aproveitar para relembrar momentos que marcaram as nossas vidas nesta noite. A coluna conversou com algumas estrelas da televisão, que contaram quais foram as suas comemorações mais marcantes da data. A todos os nossos leitores, uma noite cheia de paz, saúde, amor e alegria.

ISABELLE DRUMMOND: “Para mim, o Natal é uma época sempre muito mágica. Cada ano é mais especial que o anterior. Por isso, não tenho só um Natal inesquecível. A lembrança mais vibrante que tenho é de quando era pequena: os adultos se fantasiavam de Papai Noel para deixar os presentes para as crianças. Essa tradição ainda é perpetuada na minha família!”

Isabelle DrummondLeo Franco / Ag. News

CARLOS MACHADO: “Natal de 1972, na Praia Vermelha, no Rio de Janeiro. Eu tinha 7 anos. Acordei com o barulho da corrente da bicicleta... Meu pai estava passando graxa na correia. Fiquei de olhos fechados pra não estragar a surpresa. Com aquela bike, ganhei meu primeiro troféu em uma corrida. Foram quatro voltas na praça. Inesquecível!”

KLARA CASTANHO: “O Natal de 2011, quando teve o primeiro amigo secreto com toda a família e ganhei um perfume e um baton da minha tia Geisa”.

ANGÉLICA: “Quando vi Papai Noel no céu, eu tinha 5 anos. Estava tão envolvida pelo espírito de Natal que a minha imaginação foi longe e eu vi o trenó. Foi mágico!”

LUCIANO SZAFIR: “Até o nascimento da minha filha (Sasha, fruto de seu relacionamento com Xuxa), em 1998, o Natal nunca foi o meu forte, porque sou de família judaica. Até comemorava com amigos, mas ficou mais evidente depois que ela nasceu. Nunca me fantasiei de Papai Noel, porque ela sacaria rapidinho que era eu!”

ANA HICKMANN: “Com certeza, será o Natal deste ano! Tenho no meu ventre o meu maior presente (Alexandre, primeiro filho dela com Alexandre Corrêa). Papai Noel chegou mais cedo.”

JULIANA PAES: “Sem dúvida o meu Natal inesquecível vai ser o deste ano, já que será o primeiro em que eu vou passar ao lado do meu marido, Carlos Eduardo, e dos nossos dois filhos, Pedro, de 3 anos, e Antônio de 4 meses.”

Juliana PaesDivulgação

FÁBIO PORCHAT: “Quando eu tinha 5 anos, e vi o trenó do Papai Noel voando no céu, sendo puxado por renas. Juro que vi! Na verdade, só criança vê (risos)!”

ANTONIO CALLONI: “Eu tinha 5 anos e meus pais me mandaram, estrategicamente, subir para o meu quarto para o Papai Noel deixar os presentes. De repente, eles começaram a falar alto: ‘Papai Noel está indo embora, corre que ainda dá pra ver a botinha dele!’ Não deu tempo. Mas a ilusão de um dia ter acreditado em Papai Noel é maravilhosa!”

SANDRA ANNEMBERG: “Foi quando o Frederico, filho do primeiro casamento do Ernesto Paglia, meu marido, se vestiu de Papai Noel e andou pelo telhado para nossa filha, Elisa. Ela viu meio de longe. Acabou que o Frederico esqueceu o gorro pendurado em uma telha e ela disse: ‘Olha aqui, acho que era ele mesmo!’”

ANDERSON DI RIZZI: “Em 2012, quando passei com a minha namorada, Taíse Galante, e um casal de amigos e a filha deles, em Santiago de Compostela, na Espanha, em frente à Catedral. Foi simples, maravilhoso e inesquecível.”

BIANCA BIN: “Foi quando descobri que o Papai Noel era o meu tio Juninho. Foi muito decepcionante (risos)! Antes disso, eu era uma criança ingênua e feliz que esperava olhando para o céu, todos os anos, o Papai Noel chegar com suas renas e trenó voador.”

Deborah SeccoDivulgação

DEBORAH SECCO: “Todos foram inesquecíveis. Minha família sempre foi muito unida e sempre passei com eles. Algo bem latente de Natal é o fato de escrever cartinhas. Lembro que eu adorava esse lado lúdico e ainda lembro que minha mãe sempre colocava alguém fantasiado de Papai Noel, e que, na manhã seguinte, acordávamos e tínhamos sempre presentes nos esperando. Mas, acima de qualquer presente, acredito que o melhor é o espírito da comemoração entre os familiares. Isso não tem preço.”

LUCIANA GIMENEZ: “O meu Natal inesquecível foi o primeiro que passamos eu, Marcelo, nossos filhos — o primeiro do Lorenzo —, em 2011. A minha casa ficou lotada de crianças, a árvore era enorme e nós, uma família feliz. Eu estava completa como mãe, filha, esposa e mulher!!!”

JP RUFINO: “Todo Natal é inesquecível. Essa é a data mais esperada por mim. Adoro ver minha família reunida comemorando o nascimento de Jesus. E outra coisa que me deixa muito feliz é quando as pessoas se sensibilizam nesta época e fazem o bem ao próximo.”

JOÃO KLÉBER: “O meu foi na primeira vez que vi e pude tocar a neve, em Nova Iorque. Chorei de emoção por ter ficado ao lado da maior árvore de Natal do mundo, no Rockefeller Center, e também me comovi ao ver um garotinho pedindo para a mãe deixá-lo brincar com a neve. Me lembrei e revivi uma cena do filme ‘Milagre da Rua 34’.”

RAFINHA BASTOS: “Meu pai tinha o costume de se fantasiar de Papai Noel. A brincadeira começou a ficar estranha quando percebi que ele sempre saía de casa pra comprar cigarro na noite de Natal e perdia a aparição do Bom Velhinho. Na fatídica noite de 1979, meu pai entrou em casa vestido de Noel e se deu mal: tropeçou no tecido do saco (de presentes) e se machucou. Tivemos que levá-lo ao pronto-socorro, onde o médico constatou fissura no úmero (osso do braço). No meio da correria e dor, meu pai tirou a barba e a roupa de Noel. O calor era intenso e aquela vestimenta só atrapalhava. Naquele momento, notei a farsa. Passei a noite em choque absoluto e não simpatizo com a figura de Noel até hoje.”

Rafinha BastosDivulgação


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