Por daniela.lima

Rio - Se o programa ‘Bad Ink’ ganhasse uma versão brasileira, talvez Bárbara Evans não tivesse precisado recorrer ao laser para tirar as tatuagens de gosto duvidoso que fez no braço no fim do ano passado. A atração, que estreia amanhã, às 22h30, no A&E, mostra a dura rotina de tatuadores que vivem para consertar os erros de outros colegas de profissão. 

Ruckus (E) e Vermin terão muito trabalho para corrigir tatuagens na primeira temporada do programaDivulgação


Um dos apresentadores da série, o tatuador Dirk Vermin garante que pode consertar todo e qualquer tipo de tatuagem ruim, muito ruim ou terrível. “Os arrependimentos mais comuns são nomes de ex-namorados, namoradas, maridos e mulheres, isso é muito recorrente”, afirma ele. Ao ser perguntado sobre a pior tatuagem que já viu, ele responde bem-humorado. “Sou surpreendido toda semana. Todos os dias alguém aparece com alguma coisa horrorosa. Não há limites”, diz.

Sem falsa modéstia, Dirk garante que nenhum de seus clientes jamais saiu insatisfeito de seu estúdio. “Sou muito bom no que faço. Porém, algumas vezes, alguém faz uma tatuagem, não gosta, vai a outro tatuador consertar e acaba piorando tudo. Assim, quando vejo a tatuagem, já há muitas camadas de tinta, e, nesses casos, realmente, não há nada que possa ser feito”, lamenta.

Quem acompanhar a primeira temporada do show verá aquela que foi a tatuagem mais emocionante da carreira do tatuador. “Uma senhora de 83 anos teve a casa invadida e todas as suas joias foram roubadas. Transformei uma cruz que ela tinha no braço em um terço, que ninguém poderá levar dela. Foi muito marcante”, afirma o tatuador.

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