Por helio.almeida
'Estou mais próxima de cada menino'%2C disse Karina BacchiDivulgação

Rio - Numa casa da periferia de São Paulo, Karina Bacchi cantou um rap composto pelo irmão de um menino aspirante a craque de futebol. Em outra residência, foi recebida numa pequena sala por cerca de 40 pessoas e comeu um baião de dois. “E olha que eu não como carne vermelha! Mas estava delicioso”, jura. Na segunda temporada de ‘Menino de Ouro’, reality boleiro que estreia hoje, às 10h, no SBT, a apresentadora visita as famílias dos garotos que sonham se tornar estrelas dos gramados como Neymar,
Messi ou Cristiano Ronaldo.

“A grande novidade desta temporada é o meu envolvimento maior com as famílias. Estou mais próxima de cada menino, vou à casa deles, torço mais por eles. Não vamos mostrar apenas o talento que cada um em, mas suas histórias de vida”, conta a loura, que é a repórter de campo do programa.

O ex-jogador Paulo Sérgio segue no comando da atração, enquanto o ex-goleiro Zetti e o ex-zagueiro Edmilson são os técnicos que avaliam os jovens craques, na faixa dos 13 aos 15 anos. Após uma peneira, são selecionados 22 garotos entre 74 candidatos. Eles passam por rigorosos treinos técnicos e físicos orientados pelo auxiliar Marco Aurélio Buchaim Regos, o Marcão.

“Existem alguns pais que queriam se tornar jogadores de futebol e transferem esse sonho para os filhos. Também há famílias que veem nos garotos uma oportunidade de melhorar de vida”, relata Karina.

Para ajudar os meninos e os pais a encarar a frustração de uma eliminação, o reality oferece apoio de psicólogos. “Os técnicos também mostram que o programa é uma oportunidade, mas existem outras”, emenda.

Única mulher no meio dos boleiros, ela criou um clima de intimidade ao visitar a casa de cada um, mas garante que não nota olhares diferentes por ser bonita e famosa. “Eles não me veem como artista. A amizade é maior. Dão tapinhas nas minhas costas”, conta.

Contratada do SBT até junho, Karina já tem um projeto com a Freemantle, a mesmo produtora do ‘Menino de Ouro’, para apresentar um programa sobre o mundo pet. “Tenho três cachorrinhos e uma linha de produtos pet com meu nome. É um mercado de que gosto muito. Mas é um projeto só para depois da Copa”, diz.

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