'Sete Vidas': Cyria Coentro e Cláudio Jaborandy estão prestes a reatar

Será que vale a pena dar uma segunda chance?

Por O Dia

Marlene tem uma noite de amor com o ex-marido%2C Durval%2C mas sem a intenção de retomar o casamentoDivulgação

Rio - A clássica história do homem que erra feio e, arrependido, tenta reconquistar a mulher amada está sendo contada em ‘Sete Vidas’ através dos personagens de Cláudio Jaborandy e Cyria Coentro. Na novela das 18h, Durval é um jogador compulsivo, que não colocava um centavo em casa para alimentar o vício e mentia para Marlene que não podia ajudar nas despesas porque precisava pagar a pensão alimentícia de uma filha, fruto de um relacionamento anterior. Só que, como mentira tem perna curta, a verdade veio à tona e a casa caiu, até porque Marlene descobriu que o marido tratava mal o filho dela, Bernardo (Guilherme Lobo). A separação foi inevitável, mas, seis meses depois, o ódio deu lugar à carência. 

A equipe do DIA acompanhou a gravação do capítulo que vai ao ar hoje e, nele,Marlene permite que Durval entre em sua casa e, de certa forma, em sua vida novamente. “A Marlene não é uma boba, nem uma romântica. Ela está se sentindo só, carente. Ela vai ter uma noite com o Durval porque é adulta, de carne e osso, está com vontade, mas ela deixa claro que eles não estão retomando a relação”, diz a intérprete da personagem.

Se Marlene está reticente em dar uma segunda chance a Durval, o mesmo não aconteceria com Cyria na vida real. “Já dei muitas segundas chances. Quem nunca? E nunca me arrependi. Se a pessoa pisa de novo na bola, eu não fico com raiva de mim por ter dado uma segunda chance, eu fico envergonhada pela pessoa que errou pela segunda vez. Se não dou uma segunda chance é porque realmente o amor acabou. Quando eu amo, dou todas as chances do mundo. Eu acho que a Marlene deve dar uma segunda chance ao Durval, mas com o pé atrás”, observa.

Apesar de Durval não ser lá muito confiável, Cyria acredita que ele está falando a verdade sobre o tratamento contra o vício em jogo. “Uma vez que Durval se expôs tanto, com tanta mentira, eu acho que ele não teria essa cara de pau de voltar mentindo. Ao mesmo tempo, as pessoas não mudam com facilidade, ainda mais quando tem a questão de um vício. Não foi só a mentira, foi também o desrespeito dele em relação ao filho dela. Ele tem um problema de desvio de caráter. Isso eu acho que não se corrige”, afirma a atriz.

Cláudio Jaborandy sai em defesa de seu personagem. “Eu acho que o Durval vem mudando com o tempo. Ele gosta muito da Marlene, voltou dizendo que procurou ajuda, que está nos Jogadores Anônimos. Ele não falaria à toa de uma irmandade. Acredito que o Durval está falando a verdade, que não está aplicando mais um golpe. Se eu estivesse no lugar da Marlene, eu perdoaria o Durval. Mas ela faz jogo duro”, comenta. O ator, assim como Cyria, acha que vale a pena insistir em uma relação quando ainda há sentimento. “Todo mundo merece uma segunda chance. Se está arrependido e faz por onde, merece, sim!”, frisa.

‘Sete Vidas’ marca o terceiro encontro profissional de Cyria e Cláudio, que fizeram par romântico anteriormente, na novela ‘Viver a Vida’ (2009) e no filme ‘Gonzaga de Pai pra Filho’ (2012). “É uma química que dá certo. Adoro contracenar com a Cyria, que é uma amiga muito generosa. Amo loucamente a Cyria na vida real. Uma vez, estava com ela numa festa e uma pessoa perguntou à filha dela quem eu era e ela respondeu que eu era o outro marido da mãe dela”, conta Cláudio, aos risos.

Cyria também festeja a parceria. “Quanto mais intimidade se tem com o parceiro, mais à vontade você fica para contracenar. Somos amigos, nos frequentamos fora dos trabalhos, e isso facilita bastante. É mais rápido, espontâneo, só favorece”, afirma.

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