Patrícia Abravanel causa polêmica ao falar da miséria na África: 'País místico'

Apresentadora fez comentário preconceituoso no quadro 'Jogo dos Pontinhos'

Por O Dia

Rio - Patrícia Abravanel causou polêmica durante sua participação no quadro "Jogo dos Pontinhos", exibido no "Programa Silvio Santos", na noite de domingo. A apresentadora, que é evangélica, fez um comentário preconceituoso ao falar sobre a situação de miséria na África.

Patrícia Abravanel diz que 'homossexualismo não é normal'

Patricia Abravanel Divulgação

"Países muito místicos muitas vezes tem consequências; o povo deixa de trabalhar. Países mais racionais, que têm uma fé em Deus, mas que acreditam no esforço, no suor, no trabalho. Em se portar, em ter um casamento e ter que cuidar dele, esses países vão mais pra frente", disse.

O comentário gerou uma chuva de críticas nas redes sociais. "Patrícia Abravanel faltou as aulas de história onde esclareciam o quanto a África foi explorada, roubada e escravizada p/ países 'racionais'", escreveu um internauta. "É fácil p/ Patrícia Abravanel falar de países como a África, ela sempre morou nos EUA, foi alfabetizada em inglês e sempre teve dinheiro", comentou outra pessoa. "Vocês dão moral ainda pra essa Patricia Abravanel? Vamos dar moral pra quem merece por ex a maisa que é 24 anos mais nova e é mais sensata", disse uma pessoa no Twitter.

Esta não foi a primeira vez que a filha de Silvio Santos causou polêmica com suas declarações. Em maio deste ano, Patrícia gerou revolta ao dizer que "homossexualismo não é normal". "Li numa revista que hoje um terço dos jovens se relaciona com pessoas do mesmo sexo. Eu acho muito um terço, mesmo sem saber se a opção (sic) deles é real. Eles experimentam", disse ela, interrompida por Silvio Santos, que perguntou se na Bíblia havia algum trecho que se oponha à relação gay. "Calma, que eu não quero falar de religião. Acho que o jovem é muito ainda imaturo para saber o que quer. A gente tem que firmar que homem é homem, e mulher é mulher, entendeu? Acho que não é legal ser superliberal", respondeu.

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