Lili Rodriguez: Trabalhando 12 horas por dia

Paulo Gustavo tem muitos sonhos e projetos pela frente

Por O Dia

Rio - Nosso convidado de hoje é workaholic... Grava 12 horas por dia, de segunda a quinta; e de sexta a domingo, está em cartaz em São Paulo. Ainda assim, tem muitos sonhos e projetos pela frente. Com vocês: Paulo Gustavo, um fenômeno de sucesso!

Paulo GustavoReprodução Internet

LILI: Fale um pouco sobre o seu trabalho.
PAULO: Meu primeiro trabalho depois do ‘Vai que Cola’ será ‘A Vila’, um programa megadescontraído. Terá o mesmo código do ‘Vai que Cola’, com plateia, vários atores comediantes, só a temática que será diferente. Eu faço o papel de um palhaço cujo circo acabou. Ele estacionou seu trailer numa vila, onde moram os atores com quem vou contracenar: Monique Alfradique, Gil Coelho, Lucas Sales, Zezé Barbosa, Aldo Perrotta, entre outros. Será mais um programa para a família brasileira. E estou me divertindo muito. Estou no Multishow há sete anos e tudo que faço lá me divirte muito.

E no cinema e teatro?
Tem o filme ‘Minha Vida em Marte’, que é ainda um projeto bem embrionário, estamos trabalhando no roteiro e ainda não fechamos patrocínio. É uma empreitada para o ano que vem. Estou também remontando o espetáculo ‘Minha Mãe É Uma Peça’, começando a turnê por Curitiba, que já tem 15 mil ingressos vendidos. ‘Minha Mãe É Uma Peça’ mudou minha vida para sempre e continua mudando. Estou mega-ansioso para voltar com esse projeto.

Conte-nos um momento marcante:
Foi quando eu casei (com o dermatalogista Thales Brettas). Fiquei muito feliz e emocionado ao estar do lado de quem me faz bem. Sabendo que eu estava construindo uma família. Pegar toda essa galera que me segue e mostrar que eu sou gay e feliz. Foi uma oportunidade de mostrar para as pessoas que elas têm de fazer o que gostam, embora meu casamento tenha sido muito discreto, sem fotógrafo e imprensa. O importante é ser feliz. E fui muito feliz naquele Parque Lage, um lugar lindo. Eu chorei, me emocionei e posso dizer que foi o momento mais marcante da minha vida.

Vocês já declararam que pretendem ter filhos. Como será? Por adoção ou fertilização e barriga de aluguel?
A gente pretende ter filhos, sim. Se for fertilização, será um prazer. A gente já procurou saber. Se for adoção, será também um prazer. Vai ser o que tiver de ser. A gente está deixando a vida nos levar e sabemos que vamos fazer a coisa certa. Essa coisa da medicina ter evoluído, com a possibilidade de ter um filho com nosso gene, isso é muito legal. É um dos caminhos da gente ampliar nossa família. A adoção é uma coisa maravilhosa, superbonito. Dizem que é uma coisa megaespecial, é um amor que parece que a criança veio da sua barriga. A atriz Alexandra Richter só fala coisas muito emocionantes com a sua história em relação à adoção.

Tudo que você toca vira sucesso, ou, no popular, ouro... A que você credita isso?
Esse negócio não é muito verdade. Do contrário, eu tocava nos meus móveis aqui em casa, vendia tudo e ficava milionário para sempre (risos). Eu ralo muito para fazer as coisas acontecerem. Faço as coisas com amor e carinho, e me divirto fazendo. E o público se diverte assistindo também. Esse é o caminho para fazer as coisas virarem o ‘tal ouro’ (risos)!

Seu cofrinho está muito cheio?
Quanto ao meu cofrinho, todo dia estou pingando um pouco nele (risos). Eu tinha um cofrinho na infância e, às vezes, o quebrava para comprar algo que queria. Depois, economizava tudo de novo. E eu continuo com esse hábito de guardar dinheiro. Eu sempre penso no futuro. Sustento minha família inteira. Sempre me preocupei com isso. Quando comecei a ganhar dinheiro na minha vida, a primeira coisa que fiz foi pagar plano de saúde para todos. Então, estou sempre ajudando meus pais, meus familiares e amigos. Tenho uma folha de pagamento bem pesada no final do mês, mas trabalho muito para cumprir tudo. É uma honra trabalhar e dar uma vida de qualidade a eles.

Um sonho?
É viver para sempre de teatro e ter saúde. Quando era mais novo, as pessoas me desejavam saúde. Achava que isso era uma frase muito batida. Mas hoje, com 40 anos e trabalhando muito, eu vejo que saúde é muito importante. Antigamente, não dava importância ao sono e à ingestão de água. Mas hoje vejo que são coisas importantes. Não acreditamos muito quando somos jovens, mas o tempo passa e vamos dando mais valor a isso. 

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