O robô que ajuda a coleta de lixo

Equipe FrancoDroid, do Liceu Franco-Brasileiro, criou uma máquina somente com Legos

Por thiago.antunes

Rio - Uma das áreas da tecnologia de maior crescimento é a robótica. Agora mesmo a China acaba de apresentar um robô de um metro e meio de altura, com 77 quilos, que será uma espécie de policial, patrulhando pelas ruas a 18km/hora, só de olho no que está acontecendo. A máquina é tão bem equipada que tem até uma espécie de taser, pronto para dar choque em caso de necessidade. Perigo.

Por essas e por outras que tenho sugerido que a galera mais nova se dedique ao estudo dos robôs e bichos afins. Me chamou atenção, por exemplo, um projeto bacana da equipe FrancoDroid, do Liceu Franco-Brasileiro, no Rio. Eles criaram um robô somente com Legos, aquelas peças de encaixe que continuam fazendo muito sucesso.

A maquininha otimiza a coleta de lixo em determinada área e melhora a logística na captação de resíduos. Por enquanto, foi criado apenas um protótipo, mas bom o suficiente para ser escolhido pelo Sesi (o Serviço Social da Indústria) para competir pelo prêmio internacional Open European Championship, que será realizado este mês, na Espanha. Foi a única equipe do Rio selecionada para a competição.

A experiência mostra que, mais do que uma brincadeira de alunos espertos, projetos assim representam soluções inteligentes para os inúmeros problemas nossos de cada dia. Eis, portanto, um bom exemplo. Parabéns pro FrancoDoid.

O Tinder vai dedurar você

Considerando que temos entre nós muitos fãs do Tinder, vale ficar de olho. O aplicativo — que facilita a busca por novas amizades —está testando um recurso que permite mostrar quais amigos do Facebook estão usando a rede de relacionamentos. O chamado Tinder Social ainda não chegou por aqui, mas já se sabe que ele consegue unir grupos, e não apenas indivíduos. A brincadeira vai ficar divertida.

Alerta contra a violência

Eis um recurso que, infelizmente, poderia ser adotado por aqui. O governo indiano determinou que, a partir de 2017, os celulares vendidos no país terão que ter uma espécie de “botão de pânico”. Quando acionado, ele vai avisar à polícia que seu usuário (ou usuária) está em situação de perigo. A ideia nasceu devido aos inúmeros casos de violência contra a mulher no país. Os aparelhos mais antigos deverão ser adaptados para oferecer essa solução.

No Facebook não tem crise

Cada um dos 1,6 bilhão de usuários ativos do Facebook rendeu US$ 3,32 para a rede social no primeiro trimestre deste ano. No fim das contas, o lucro ficou em US$ 1,5 bilhão, o que representou um aumento de 195% na comparação com o mesmo período de 2015. Como conseguiu? Investindo na oferta de anúncios nos celulares e em serviços como os vídeos ao vivo. Negócio é este: quem fica parado é poste.

Mão na roda

O Google apresentou semana passada a nova versão do Chromecast e do Chromecast Áudio para o mercado brasileiro. Trata-se desses dispositivos coloridos aí, que têm conquistado fãs em todo o mundo. Para que servem? O Chromecast transmite para a sua TV o conteúdo originado no seu smartphone ou tablet — vídeos e filmes online, por exemplo.

Você acessa o Netflix ou o YouTube através do smartphone e a programação é exibida na TV. Para isso, basta conectar o dispositivo à entrada HDMI do aparelho. O novo Chromecast funciona com iPhone, iPad, telefone ou tablet Android, laptop Mac, Windows ou Chromebook. É tudo bem simples. Já o Chromecast Áudio permite o streaming de música do smartphone (ou tablet) para os alto-falantes.

O dispositivo uporta entradas populares de alto-falantes, como 3.5mm/AUX (cabo incluso), RCA e Óptico. É bem fácil de operar e de configurar. Basta que você esteja numa rede wi-fi. O Chromecast está chegando às lojas por R$ 400.

Mais uma preocupação

Os taxistas que andam reclamando da existência do Uber terão ainda mais preocupações. Está para chegar por aqui o aplicativo Cabify, que presta basicamente o mesmo tipo de serviço de transporte. E com três categorias: Executivo, Light e Corporativo. Aguardemos.

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