Por felipe.martins

Rio - Após três dias de quedas seguidas, o dólar fechou ontem em alta de 0,61%, cotado a R$ 3,23, após ter chegado a cair pela manhã. O dia foi marcado pela volta da interferência do Banco Central no câmbio, depois de mais de um mês sem atuação.

Ontem, durante o dia, a moeda chegou a ser cotada a R$ 3,19 na mínima do pregão. Mesmo com a oscilação para cima, a moeda americana acumula perda de 4,35% na semana e de 10,47% em cinco semanas. A divisa norte-americana havia despencado 11,05% só em junho, a maior queda mensal em 13 anos, aproximando-se do patamar de R$ 3,20.

BOVESPA

O mês de julho começou bem para a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Ontem, o Ibovespa, principal indicador da bolsa paulista, avançou 1,37%, aos 52.233 pontos, e fechou em alta pelo quarto dia seguido, com o mercado ainda à espera de medidas de estímulo de bancos centrais ao redor do mundo ante a decisão do Reino Unido de sair da União Europeia. O mercado mostrou mais otimismo para o cenário doméstico. Na semana, o índice ganhou 4,25%.

A Kroton foi o destaque da sessão, com valorização de 5% após anúncio de que a Estácio aceitou a oferta, abrindo caminho para a fusão entre a líder e a vice-líder do segmento universitário brasileiro.
O Conselho da Estácio se reúne em 8 de julho para avaliar todas as condições da proposta. Já a CSN subiu 12% e Usiminas ganhou 5,58%.

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