'Portela dá Trabalho' tem 1,6 mil vagas de emprego na terça-feira

Há 200 oportunidades para pessoas com deficiência também

Por O Dia

Rio - O projeto ‘Portela dá Trabalho’ vai oferecer 1.600 vagas de emprego em sua 47ª edição, que acontece na quadra da agremiação (Rua Clara Nunes 81, Madureira), na próxima terça-feira, de 9h às 14h. Na ocasião, profissionais de Recursos Humanos de 15 empresas vão entrevistar os candidatos. Serão contemplados diversos níveis de escolaridade, e a média salarial é de R$ 1.750.

As empresas que participação desta edição do evento são: Casa & Vídeo, Contax, Grupo Redentor, Hinode, Lojas Americanas, Nutrab, Personal Service, RH10, SindRio, Supermercados Guanabara, SuperPrix, UP Essence, Verzani & Sandrini, Vida Útil e também Walter’s Coiffeur.

Seleção vai ser das 9h às 14h%2C na quadra de escola em MadureiraDivulgação

Além das 1.600 vagas de emprego, o programa também vai oferecer mais de 200 chances para pessoas com deficiência (PCDs). Para os interessados, é preciso apresentar cópia do laudo médico.

O destaque desta edição será a participação de uma empresa de multinível, que estará selecionando 450 consultores com ou sem experiência, de ambos os sexos, para atuar no mercado de venda direta.

Podem participar da seleção homens e mulheres, a partir de 18 anos de idade. Os documentos necessários para a entrevista são cópia da identidade, cópia do CPF, carteira de trabalho e currículo atualizado. Os candidatos às vagas de motorista devem levar a carteira de habilitação para tentar o emprego.

País perdeu 1,5 milhão de empregos formais em 2015

O nível de emprego formal no país apresentou queda de 3,05% em relação ao estoque de trabalhadores formais de 2014, o que corresponde a perda de 1.510.703 postos de trabalho no ano. Os dados constam da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) de 2015 e foram informados ontem pelo Ministério do Trabalho.

Com isso, o total de trabalhadores que era de 49,6 milhões recuou para 48,1 milhões no ano. Ao todo foram 8,3 milhões de estabelecimentos que declaram a Rais no país.

O universo de declarantes do documento é mais abrangente que o do Caged, pois, além do contingente de celetistas, engloba também o conjunto de servidores estatutários que trabalham no setor público. Em comparação a 2014, observou-se que entre os celetistas a queda do nível de emprego chegou a 3,45%, representando um declínio de 1.364.280 postos de trabalho.

Entre os servidores recuou 1,51%, o que corresponde a menos 135.738 postos de trabalho.

Últimas de Economia