Sucesso nas Finanças: Sem pagar tarifa

O Internet banking cria vantagens competitivas com efetividade operacional e econômica para os bancos e seus clientes

Por O Dia

Rio - As inovações tecnológicas vêm impactando a vida das pessoas das mais diversas formas. Os celulares, computadores, televisões e outros aparelhos eletrônicos estão disponíveis em versão mobile, que oferecem a comodidade de ir aonde o usuário estiver, permitindo a ele levar consigo todas as informações e fazer as várias atividades que, até então, só seriam possíveis fisicamente.

E com as empresas não foi diferente. A tecnologia adotada nas telecomunicações e na automação dos processos despertaram os bancos para um cenário de atendimento com novas ferramentas tecnológicas, com mais rapidez e ganho em escala. O internet banking cria vantagens competitivas com efetividade operacional e econômica para os bancos e seus clientes.

A modalidade é uma opção, assim como os terminais de autoatendimentos, também conhecidos como caixas eletrônicos. Os principais benefícios da utilização do internet banking para o cliente são a maior agilidade, a possibilidade de realizar serviços remotamente, evitando as filas dos bancos.

Pergunta e resposta

“Meu banco cobra taxa quando transfiro dinheiro na boca do caixa, mas não cobra se a transferência é feita pela internet. Por que isso acontece? Quais são os benefícios desse serviço online? A cobrança de taxas por serviços no banco físico estão de acordo com a lei? Não me sinto segura tendo o aplicativo no celular. Parece que estou facilitando para o ladrão”. Bruna Ramos, São Gonçalo

Os bancos são empresas prestadoras de serviços e, como tal, cobram tarifas pela realização dos mesmos. As resoluções 3.516/2007; 3.919/2010 e 4.196/2013 do Conselho Monetário Nacional estipulam regras para a cobrança de tarifas por parte das instituições financeiras, pois o Banco Central não tabela o valor a ser aplicado.

O internet banking é uma operação que tem como benefício a agilidade, além de oferecer serviços sem taxas.Os serviços feitos no ambiente virtual são protegidas pelo Código de Defesa do Consumidor, inclusive nos casos dos bancos e de seus clientes, que também são amparados pelo Conselho Monetário Nacional e Banco Central do Brasil.

Marta Chaves é gestora nacional do curso de Ciências Contábeis da Estácio

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