Inovações tecnológicas: Um olhar voltado ao futuro

Parcerias com o exterior auxiliam inclusão de cursos com temática tecnológica em universidade

Por O Dia

Rio - Em alta, o mercado de trabalho para quem tem mão de obra especializada em inovações tecnológicas motivou a Universidade Veiga de Almeida (UVA) a ampliar a sua grade de cursos de graduação. A partir de 2017, a instituição vai incluir Produção Audiovisual e Jogos Digitais entre as opções oferecidas no vestibular. A parceria com empresas de tecnologia de ponta com atuação nos Estados Unidos e países da Europa especializadas em inovações no mercado dão à universidade as ferramentas necessárias para ampliar os seus horizontes, buscando se adequar ao novo perfil do estudante universitário.

Alunos da Universidade Veiga de AlmeidaDivulgação

A graduação tecnológica, aliás, já faz parte da realidade da universidade nos últimos dez anos. Destaque para os cursos de Design de Interiores, Redes de Computadores e Design Gráfico (Ilustração e Animação Digital), que recebeu conceito 5 no Índice Geral de Cursos (IGC), nota máxima no indicador utilizado pelo Ministério da Educação (MEC) para avaliar o desempenho do Ensino Superior. Uma experiência que coloca a UVA em contato com um mercado em expansão em diferentes lugares do mundo.

“Precisamos estar atentos ao que o futuro está mostrando. Esse é o segredo de uma universidade que quer estar à frente do seu tempo. As pessoas que olham para o mercado de trabalho são multimidiáticas e dialogam com várias plataformas. Estamos rompendo com o modelo tradicional de aula e propondo novas maneiras de conhecimento e de interação com o professor. São profissões impensáveis há dez anos”, argumenta a vice-reitora Maria Beatriz Balena.

'Estamos rompendo com o modelo tradicional de aula e propondo novas maneiras de conhecimento e de interação'%2C Maria Beatriz Balena%2C vice-reitoraDivulgação

Nesse novo cenário da educação voltada a um mercado de trabalho tecnológico, a Veiga de Almeida também adota inovações curriculares. Como a possibilidade de desenvolver práticas de simulação em laboratórios virtuais, levando em consideração a interatividade e as plataformas digitais. “Esperamos que esses cursos entrem na esteira de sucesso da nossa experiência com mídias digitais. Isso envolve produção de filmes, desenvolvimento de softwares e novas abordagens audiovisuais”, explica a vice-reitora.

Para Maria Beatriz, a interação entre esses cursos e o mercado de trabalho inclui multinacionais de vanguarda da área de tecnologia. “É o suporte a tudo que é feito nessa área no mundo. A indústria que mais cresce não é a dos filmes americanos de Hollywood. São os filmes de Youtube, feitos em plataformas na internet. Uma produção audiovisual de novelas, minisséries e documentários”, antecipa.

O setor de graduação tecnológica tem grupos de pesquisa e laboratórios à disposição dos alunos. “Não sabemos como vai ser o mundo nos próximos anos. Mas pensamos à frente. Estamos preocupados com a experiência do aluno dentro e fora da universidade, para que ele desenvolva as suas potencialidades. O nosso comprometimento é que ele saia para o mercado de trabalho com um currículo diversificado”, garante a vice-reitora, com a certeza de que a universidade está plenamente conectada às inovações tecnológicas no mundo.

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