Alex Campos: Devo, não nego... Leia e compartilhe!

A crise é grave por vários motivos: apesar de odiar o governo, os brasileiros viciaram e confiaram demais no Estado; e, apesar dos avisos, alertas ou advertências, os brasileiros negligenciaram demais a educação financeira

Por O Dia

Rio - “Devo, não nego, não sei o que vai acontecer..." Essa é a confissão de dívida de milhões de brasileiros sugados pela crise econômica mais profunda e mais longa desde a chegada da Família Real, há quase 210 anos (em 1808).

Apesar de odiar o governo%2C os brasileiros viciaram e confiaram demais no EstadoAgência O Dia

A crise é grave por vários motivos, mas dois deles merecem menção 'desonrosa': apesar de odiar o governo (qualquer governo), os brasileiros viciaram e confiaram demais no Estado (péssimo gestor); e, apesar dos avisos, alertas ou advertências, os brasileiros negligenciaram demais a educação financeira (ótimo princípio).

Dos 207 milhões de compatriotas (segundo o IBGE) que hoje povoam esta 'Terra de Meu Deus', pelo menos 100 milhões vivem de salários ou benefícios pagos pela União, pelos estados e pelos municípios - daí que metade do país depende hoje de fontes econômicas que estão falidas, quebradas ou depredadas.

A sociedade em geral e os indivíduos em particular jamais se preocuparam em aprender que o dinheiro dos cofres públicos não cai do céu, não dá em árvore e não brota do chão. Também nunca se ocuparam de tentar melhorar o entendimento coletivo sobre conceitos financeiros capazes de informar e formar consciências ou competências.

Ainda há tempo! Por isso ofereço aqui mais uma lista das ideias e ideais que eu destaco em palestras ou consultas baseadas no livro que dá nome a essa coluna — Faça as Pazes com o Dinheiro foi lançado há dois anos pela Letra Capital e está hoje na quarta edição. A seguir, leia, pense e compartilhe!

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