Tony Coelho: curtas e grossa

Colunista comenta consequências dos principais eventos que acontecem na cidade

Por O Dia

Rio - 1 Bom, agora só não vê quem não quer. Serão os eventos e o afluxo de turistas que eles geram a redenção mais imediata da economia e dos empregos do Rio de Janeiro. O Rock In Rio, sozinho, gerou 20 mil empregos diretos e trouxe cerca de 500 mil turistas à cidade: mais empregos e mais hotéis ocupados.

Rock In Rio%2C sozinho%2C gerou 20 mil empregos diretos e trouxe cerca de 500 mil turistas à cidadeMaíra Coelho / Agência O Dia

2 Nunca é demais lembrar que um estudo da Fundação Getúlio Vargas mostra que um aumento do número de turistas em 20% injeta R$ 6,1 bilhões na nossa economia e gera 170 mil novos empregos. Um tiro nos pessimistas e mentirosos que alegam que o estado e a população nada ganham com Eventos e Turismo.

3 O lançamento do Projeto Rio de Janeiro a janeiro, com um calendário fantástico de eventos todo ano e o investimento federal de cerca de R$ 200 milhões para que isso aconteça, incluindo propostas e ações objetivas na área de segurança para os cidadãos cariocas (sem segurança, o turismo não existirá) são boas notícias. E antes que surja o blá blá blá de que é dinheiro federal, aviso que os governos federal, estadual e municipal faturam em impostos muito mais do que qualquer valor investido e que boa parte da grana virá de marcas e empresas.

4 Uma notícia a mais, essa semana, nos alegra: a cada quatro eventos de 2018, um será de esporte. Nós, que inspirados pelo mestre Lucio Macedo, falamos constantemente aqui sobre a importância social, para a saúde e para a cidade da prática dos esportes, muito especialmente dos esportes ciclísticos, nos vemos na obrigação de tratar de um assunto relevante, no que diz respeito a ciclistas.

Grossa

Temos que providenciar, urgentemente, uma campanha de conscientização para ciclistas nas ciclovias. Infelizmente, ainda há muito desrespeito às leis de trânsito. Como consequência, casos lamentáveis envolvendo atropelamentos de idosos, acidentes com automóveis decorrentes de avanço de sinal e outras violações, praticadas por aqueles que deveriam dar o exemplo. Inclusive, presenciei um ciclista atropelando uma idosa de cerca de 80 anos. Ele avançou o sinal na ciclovia, não parou para prestar socorro e xingou a senhora, dizendo que o sinal é só para carros. Não é. O sinal é para todos os veículos. Atitudes como essa acabam desmobilizando movimentos essenciais para o crescimento do ciclismo nas ruas do Rio. Bike é vida e respeito à vida. Vamos pedalar! 

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