Por bferreira

Pará - A presidenta Dilma Rousseff (PT) afirmou ontem que não sabe qual será o valor do aumento na tarifa de energia a partir do ano que vem. A taxa vai sofrer reajustes devido ao impacto dos empréstimos feitos para socorrer as distribuidoras.

“É muito difícil hoje estabelecer qual o impacto na tarifa. Nós somos um país que tem um regime muito sensível à água“, disse Dilma, durante uma visita às obras da usina de Belo Monte, no Pará.

“Fazer o estudo é fazer várias suposições. Não é um estudo matemático, em que você soma dois com dois e dá quatro. Esses estudos são referenciais, tem para todos os gostos, mas agora tem para um gosto, o do pessimismo”, disse.

A visita foi o primeiro compromisso de campanha da presidenta fora da região Sudeste. A petista sobrevoou o canteiro de obras de helicóptero, almoçou no bandejão dos operários e aproveitou a visita para gravar imagens para o programa eleitoral.

Em Brasília, o candidato Aécio Neves (PSDB) se reuniu com entidades médicas e criticou o programa Mais Médicos. “Os cubanos têm prazo de validade, ficarão aqui por três anos. O que eu pretendo é que não haja mais a necessidade de médicos estrangeiros no Brasil”, disse. O tucano prometeu implementar políticas reivindicadas pela categoria, como a instituição de uma carreira médica nacional e foi tratado como o “futuro presidente.” 

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