Por thiago.antunes

Rio - No segundo bloco do debate na TV Bandeirantes, os candidatos ao governo do Rio responderam a perguntas enviadas pelo WhatsApp por telespectadores e apresentaram algumas de suas propostas. O primeiro a falar foi Crivella, que prôpos a criação de um batalhão de policiais militares em motocicletas como forma de combate a violência. "Com o batalhão em motos, poderemos estar em muitos lugares ao mesmo tempo", indicou o senador, que também defendeu a continuidade das UPPs.

GALERIA: Primeiro debate com candidatos ao governo do Rio

Perguntado sobre o serviço de transporte pela Baía de Guanabara, Lindberg disse que a mobilidade foi "a pior área do governo Cabral", mas não apresentou propostas efetivas e voltou a criticar a política de segurança pública. Já Tarcísio Motta criticou a influência de empreiteiras no governo, e defendeu novas expansões do metrô. "Precisa terminar a linha 2 original, ligando Estácio, Carioca, e Praça XV".

Garotinho voltou a citar realizações de seu governo ao falar sobre o funcionalismo publico, e criticou Pezão, dizendo que o "governo praticou o maior processo de terceirização do Estado. "O povo lembra do que fizemos. Quando eu entrar, acabarei com o processo de terceirização dos hospitais. Já Pezão garantiu que o estado continuará investindo no combate ao preconceito contra o público LGBT.

Pezão chega para primeiro debate dos candidatos ao governo do RioDaniel Castelo Branco / Agência O Dia

No final do bloco, todos os candidatos foram perguntados sobre os seus planos para o transporte complementar. Pezão preferiu lembrar as realizações do governo Cabral, como o bilhete único intermunicipal, e declarou que as "vans precisam ser alimentadoras de todos os investimentos feitos no transporte".

Lindberg criticou a pouca importância dada por Pezão à Baixada, e prometeu levar o metrô até aquela região. "Uma coisa aprendi com Lula, quando faz pelo trabalhador, faz o que é preciso", disse, citando o ex-presidente pela segunda vez. Tarcísio, por sua vez, indicou que é importante legalizar o tranporte de vans como forma de combater "um dos braços da milícia".

Crivella lembrou seu passado como taxista ao dizer que "entende o motorista". Já garotinho acusou o governo Cabral/Pezão de ter cassado 1500 concessões do transporte alternativo e criticou Julio Lopes, ex-secretárioo da pasta. "Tenho orgulho de ser considerado o pai do tranporte alternativo".

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