Por bferreira
Publicado 23/09/2014 02:56

Rio - Dedo em riste, ele quer o seu voto. E desafia: “Quer saber quem é o nojento? Me bote no parlamento”. O Nojento é candidato a deputado estadual pelo PTN. Um marco da autocrítica em 2014.

Adilson Taipan defende a cachorrada na primeira divisão das urnasReprodução

Os patrões estão lucrando, o capitalismo avança e o professor Heitor Cesar, candidato a vice-governador pelo PCB, promete: “Vamos transformar a vida em poesia pura”. Deixa Lenin ouvir isso.

São quase dez os candidatos que se apresentam como médicos e aparecem no horário eleitoral vestidos de branco, estetoscópio enrolado no pescoço. No hospital que é bom...

Parou na pista? Procure Chico Borracheiro, “o candidato que não deixa furo”. Escureceu? Chame Mauro Vidraceiro, que promete “mais transparência”. O forte deles, como se sabe, sempre foi o trocadilho.

Estrela solitária no peito alvinegro, Adilson Taipan torce para que o PDT se afaste da zona de rebaixamento. O candidato tranquiliza o torcedor: “Há mais de 200 cachorros sob os meus cuidados”.

Lindinho Farias cita Brizola. Carlos Lupi também. Cesar Maia fala de Brizola. Marcelo Crivella também. Brizola Neto, no caso, já era de se esperar.

Leonal não imagina quanto filhos deixou nas urnas. É o pai de todos, aquele dedo famoso.

Pelas bandas presidenciais, Aécio Neves analisa o panorama: “Vejo Marina como uma Metamorfose Ambulante”. Na reta final e com a corda no pescoço, o tucano assumiu de vez o estilo Maluco Beleza.

Rizelda, Felisbina, Nizoberto, Violante, Rander Kerr ou Perazo Animal? Tomé do Pau Branco ou Bruno Coitinho? O eleitor é livre e o voto, secreto. Mas está puxado.

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