Por thiago.antunes

Rio - O segundo turno das eleições ao governo do Rio, ao que tudo indica, terá menos prisões por crimes eleitorais em todo o Estado. Até o momento, 53 pessoas foram na capital e 75 em outros municípios. A informação é do Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

Com ajuda de policiais, fiscais do tre  tiveram muito trabalho para combater a boca de urna e crimes eleitorais no primeiro turno. No estado, 618 pessoas foram presas, sendo 219 somente na capital. Do total de detidos, 22 eram candidatos ao pleito, nos cargos de deputado federal e estadual. Logo nos primeiros 40 minutos de votação, 50 pessoas foram flagradas por PMs cometendo crimes eleitorais perto das seções de votação.

Um dos casos que mais chamaram a atenção foi o do vereador Marcelino D’Almeida (PROS). Ele recebeu voz de prisão de uma subtenente da PM em Padre Miguel, quando transportava material de campanha do candidato a deputado estadual Wagner Ferreira (PSD). Diante do flagrante, o vereador saiu correndo do local, deixando o material para trás. Outro vereador preso foi S. Ferraz (PSD), além de um irmão do candidato Luís Piuí (PHS), flagrado com R$ 5,9 mil.

Na capital, mais oito candidatos foram detidos: Dr. João Baptista (PT); Marcelo Borges (PDT); Everton Gomes (PDT), que também é policial civil; Maurício Araújo (Solidariedade), Wagner Ferreira (PSD); Stefane Katarine (PHS) e Márcio Canella (PSL).

Em São Gonçalo, um falso fiscal do TRE, com colete e carteira, foi detido em flagrante com 3.700 panfletos, que jogava na rua. Cinco cabos eleitorais do candidato Marcelo Freixo (Psol) foram presos em Madureira. Um deles também portava cigarro de maconha. Na Vila Vintém, homem foi flagrado com objetos de divulgação do candidato Alan (PT) e um revólver calibre 38. Um subtenente foi preso no bairro Colégio com propaganda do candidato Antony Garotinho (PR).

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