Por helio.almeida

Rio - Copa das Confederações poderia não chegar ao seu fim, pelo menos temporariamente. O motivo seria os constantes protestos que se espalham pelo Brasil. De acordo com a rádio CBN, a sensação de insegurante por parte de integrantes da Fifa e de alguns jogadores estaria fazendo a entidade máxima do futebol a pensar na possibilidade de interroper a competição. Em comunicado, Fifa negou e informou que o torneio continuará.

Blatter e Dilma foram vaiados durante abertura da Copa das ConfederaçõesReuters




"Nem a Fifa e nem o COL (Comitê Organizador Local) têm discutido a possibilidade", disse o comunicado. o torneio segue com jogos no sábado e também no domingo, os últimos da fase classificatória. A final está marcada para o outro final de semana, dia 30 de junho, no Rio de Janeiro.

Jogadores assustados

Segundo a CBN, a Fifa teve carros hostilizados e o hotel em que estão hospedados os seus representantes foi atacado. A entidade esportiva já teria, inclusive, consultado o setor jurídico para saber quais seriam as consequências do cancelamento.

Ainda de acordo com a rádio, a resposta que obteve é a de que, pela Lei Geral da Copa, pode acionar o governo brasileiro em caso de cancelamento da competição por falta de garantias segurança.

Ao menos uma delegação, que trouxe os familiares para o Brasil, manifestou o desejo de abandonar a Copa das Confederações por precaução. A seleção em questão seria a Itália.

O presidente Blatter também está deixando o Brasil assustado – o projeto inicial era de que acompanhasse o torneio até o final. Se não publicamente, ao menos internamente a Fifa sente os efeitos das manifestações.

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