Por pedro.logato

Rio - Em 2013, o funk “Bigode Grosso” da MC Marcelly não parou de tocar nas rádios. A música parecia um obrigado a tudo que o bigodudo Luiz Felipe Scolari fez em 2013 ao retornar a seleção brasileira. Após a saída de Mano Menezes, o treinador pegou um time desacreditado e, mesmo com pequenos tropeços no início conseguiu formar a nova Família Scolari e vencer a Copa das Confederações. Para 2014 é melhor “respeitar o moço”.

Luiz Felipe Scolari tem grande missão em 2014Divulgação

O título da Copa das Confederações uniu torcida e jogadores e até desafetos da CBF como Romário, que não foi levado a Copa de 2002 por Felipão, se renderam ao talento do treinador.

“Antes da Copa das Confederações, eu poderia dizer que não estava no caminho certo, mas agora está sim no rumo certo. Mais uma vez o Felipão deu a Seleção a sua maneira de jogar e os jogadores entenderam. Eu vejo o Brasil como favorito junto com Alemanha, Espanha e Argentina”, afirmou Romário.

Outro ex-jogador da seleção brasileira que dá o mérito da boa fase da equipe para Felipão é Leonardo.

“A Seleção está bem e a Copa das Confederações foi muito importante para isso. O fato de jogar no Brasil e criar um grupo e o Felipão é mestre nisso. Ele consegue fechar o grupo e criar um objetivo muito claro na cabeça dos jogadores. O Brasil em casa terá que conviver com esse favoritismo quase absoluto”, afirmou o ex-treinador do Milan e da Internazionale, que apontou seus favoritos:

“Hoje, eu apontaria Alemanha, Argentina e Brasil como grandes favoritos, mas também tem Itália, sempre competitiva. A França pela maneira que chegou fez com que o grupo crescesse. E ainda têm as surpresas que sempre dão trabalho. A Copa do Mundo está cada dia mais difícil”, afirmou o jogador que atuou nos Mundiais de 1994 e 98.

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