Seedorf se irrita com perguntas sobre demissão e deixa entrevista coletiva

Holandês vive fase de complicada no comando do Milan

Por O Dia

Itália - O momento de Seedorf no Milan, realmente não é dos melhores. O treinador do time italiano deixou a entrevista coletiva que serviria para abordar as o jogo contra a Lazio, antes do fim. O comandante recebeu várias perguntas sobre uma possível demissão do holandês em caso de derrota em Roma e, na rodada seguinte, em Florença, contra o Fiorentina, e resolveu deixar a entrevista.

"Acho que por hoje é tudo", disse o holandês, que se levantou e se dirigiu a porta.

Antes de deixar a sala, Seedorf negou que havia recebido um ultimato do presidente Silvio Berlusconi. Segundo a imprensa local, o mandatário do Milan quer a saída do holandês por conta de um suposto mal relacionamento do ex-jogador do Botafogo com o elenco rossonero.

Seedorf está sendo contestado em MilãoReuters

"Posso confirmar que tenho o vestiário do meu lado. Estamos unidos. Não li tudo o que se escreveu, leio só algumas coisas, senão fico louco. O meu estado de ânimo é o mesmo de sempre. Quando cheguei aqui, o clube me ofereceu um contrato com garantias de que fico no próximo ano. Até receber informações contrárias da parte de Berlusconi ou de Galliani, só posso pensar que tudo está igual e que irei continuar. Estou sempre muito motivado e estou confiante que os resultados vão melhorar", disse.

Apesar de garantir que tem o apoio do elenco, Seedorf admitiu que não tem como obrigar aos jogadores a fazerem o que ele quer. Além disso, o holandês afirmou que a equipe milanista tem evoluído deste a sua chegada.

"qui não tem ninguém contra mim, no máximo estão contra eles mesmos. Eu só posso controlar as minhas ações, e as pessoas entendem muito bem onde há uma verdade ou uma falsidade. O meu objetivo é ter um time competitivo que ganhe as partidas. Desde que cheguei, acho que várias coisas melhoraram, sobretudo a condição física e mental deste time. No último jogo contra o Parma, mesmo com 10 em campo, os meus jogadores lutaram para virar o resultado até ao último minuto, algo que há um mês não teria sido possível. A mentalidade e a força de reagir estão lá e isso é muito importante", afirmou.

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