Na reestreia de Dunga na Seleção, Neymar se reencontra com Zúñiga

Brasil encara a Colômbia em amistoso nos Estados Unidos

Por O Dia

Estados Unidos - Neymar de um lado. Zúñiga de outro. O amistoso que marca a reestreia de Dunga no comando da seleção brasileira, contra a Colômbia, nesta sexta-feira, às 22h (de Brasília), no Sun Life Stadium, em Miami, vai reeditar um duelo que causou polêmica na Copa do Mundo. No jogo entre as duas equipes, pelas quartas de final, o lateral deu joelhada nas costas do camisa 11, que sofreu fratura da terceira vértebra lombar e ficou fora do restante da competição.

Dunga começa uma nova era à frente da seleção brasileiraDivulgação

Neymar, que usará a braçadeira de capitão nesta sexta-feira, evitou falar sobre o assunto, enquanto Dunga minimizou a lembrança sobre a violenta entrada do adversário.

Zúñiga no lance em que acertou Neymar e tirou o brasileiro da Copa do MundoReuters

“Lesões durante os jogos são normais, choques vão acontecer. O importante é que Neymar esteja recuperado e possa jogar”, observou o treinador, mais preocupado em apagar o vexame do Brasil no Mundial, após o 7 a 1 sofrido para a Alemanha.

Sincero, ele admitiu que a goleada o incomoda - mesmo não estando no comando da equipe (Scolari era o treinador) -, mas precisa ser usada como motivação para o futuro.

“Todos sentiram muito, a ferida ainda está aberta, mas a oportunidade é nossa, foi dada pela segunda vez e temos de aproveitá-la da melhor maneira possível. Não temos de ter medo e nem angústia, só prazer”, frisou.

Sobre a Colômbia, que fez ótima campanha, manteve a base do Mundial e terá a volta do artilheiro Falcao García, livre de lesão, Dunga a vê em vantagem no que diz respeito ao entrosamento.

“Pekerman trabalha com os jogadores há quatro anos, sabe suas características técnicas, personalidade, como cada um reage a algumas situações, quando usá-los. Eu conheço os meus por vê-los jogar na televisão, nos clubes”, avaliou Dunga, que manteve como titulares oito jogadores que jogaram a Copa, mas abriu mão de um atacante de ofício.

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